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“Segurança precisa ser prioridade”

| 25/01/2020, 02:00 02:00 h | Atualizado em 26/01/2020, 14:48

Roberto Sá, secretário de Estado de Segurança Pública
Roberto Sá, secretário de Estado de Segurança Pública |  Foto: Leone Oliveira
O secretário de Estado da Segurança, Roberto Sá, participou da polêmica reunião com o presidente Bolsonaro, e com outros secretários, que resultou no pedido por um ministério exclusivo para a Segurança Pública e um princípio de crise com o ministro Sergio Moro, que comanda Segurança e Justiça.

Ele disse que os principais motivos para o pedido de desmembramento da pasta são obter mais recursos para a Segurança e que haja mais diálogo com os secretários estaduais.

“A posição de todos os secretários é que a Segurança precisa ser prioridade. Temos grande apreço pelo ministro Moro, isso de ser contra ele não existe. Mas entendemos que num ministério específico poderíamos ser ouvidos mais vezes. Foram poucos os encontros com Moro em 2019 e os secretários precisam participar da formulação de políticas públicas. E nós queremos mais recursos para os nossos estados. O valor repassado do Fundo Nacional de Segurança foi muito baixo”.

Dinheiro minguado

Segundo o secretário Roberto Sá, o Fundo Nacional de Saúde repassou aos estados R$ 122 bilhões. O de Educação, R$ 27 bilhões. E o de Segurança, apenas R$ 1,7 bilhão. A maior parte desse valor foi contingenciada, sobrando R$ 500 milhões. O Estado recebeu R$ 6,9 milhões. Em dezembro, o STF determinou o descontingenciamento dos recursos.

Fora da agenda

Não constava na agenda do colegiado de secretários de segurança o encontro com o Presidente. “No meio da reunião surgiu a informação de que ele nos receberia”, disse o secretário de segurança, Roberto Sá. Ele disse que não foi sugerido nomes de quem ocuparia o ministério de segurança. Ontem, Bolsonaro descartou, por ora, tirar a pasta de Sergio Moro.

Bolsa Família e BPC às vítimas das chuvas

O ministro adjunto da Cidadania, Lelo Coimbra, vai hoje a Iconha – e se tiver condições de acesso, vai até Alfredo Chaves – para tratar de ações da pasta para as vítimas das chuvas. Entre elas, estão a antecipação dos pagamentos do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC).
Hoje também terá mutirão de limpeza, organizado pelo governador, em Iconha, às 8h.

Imagem ilustrativa da imagem “Segurança precisa ser prioridade”
Enxugando gelo

Enquanto não houver uma punição severa – seja com prisão ou com multa pesada – para quem cria e compartilha fake news, autoridades vão continuar enxugando gelo. Mesmo avisados sobre postagens mentirosas, internautas não apagam e nem se retratam. Tudo leva a crer que na campanha eleitoral a situação vai sair do controle.

Rede abre seleção para candidatos de Vila Velha

O diretório da Rede de Vila Velha vai lançar nos próximos dias edital para a abertura de inscrição para quem quer ser candidato a vereador. Segundo o porta-voz, Rafael Primo, o processo seletivo constará de análise de currículo e biografia, entrevistas, análise de perfil, formação e capacitação política. “São 23 vagas, com pelo menos oito mulheres, vamos avaliar e escolher os pré-candidatos que tenham o perfil alinhado à Rede. Os nomes serão consolidados durante a convenção”. Para participar, o candidato precisa ser filiado.

Galeria

Prefeitura, não!

Já para o prefeito de Vila Velha, a Rede não vai fazer seleção. É possível que se aliem a Arnaldinho Borgo.

Chupa essa manga...I

Com a decisão liminar do juiz Leonardo Mannarino Teixeira Lopes que determinou à Câmara da Serra que convoque o suplente José Fábio dos Santos, o Latino, para a vaga do vereador Geraldinho Feu Rosa, afastado desde junho, o Legislativo passará a pagar o salário de 26 vereadores.

Chupa essa manga... II

Três vereadores da Serra estão afastados pela Justiça – Geraldinho Feu Rosa, Neidia Pimentel e Nacib Haddad – e 22 estão ativos. Todos recebem salário de R$ 9.208,33.

Silêncio

Até as 18h de sexta-feira, Bolsonaro não tinha feito menção, nem no Twitter, sobre as chuvas no Sul do Estado.

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