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Colunista

Kleber Amorim

Neutralidade e busca da paz

Kleber Amorim | 25/02/2022, 08:15 08:15 h | Atualizado em 25/02/2022, 08:16

A maioria dos cotados e pré-candidatos ao governo do Estado usaram as redes, ontem, para mostrar descontentamento com o início da guerra entre Rússia e Ucrânia. A pedido de  Plenário também disseram como o Brasil deve tomar partido.

“O governo brasileiro deve se posicionar para encontrar uma solução negociada que paralise o conflito”, disse o governador Renato Casagrande (PSB).

“O Brasil tem que pregar a paz, não se posicionar de lado nenhum, porque tem relação com a Rússia e com a Ucrânia. Tem que ser diplomata e fazer o que puder para acabar com isso”, disse o bolsonarista Carlos Manato (PL).

Já o presidente da Assembleia, Erick Musso (Republicanos) entende que “o Brasil deve se manifestar sempre contra qualquer violação de soberania de um País. E trabalhar para melhorar a eficiência das operações de manutenção da paz”.

Diplomacia e sanções
Para o ex-prefeito da Serra Audifax Barcelos (Rede), o Brasil “deve se posicionar a favor dos entendimentos diplomáticos e alinhado com as iniciativas pela defesa da paz”. Já o deputado Felipe Rigoni (União) defende que o Brasil se posicione “veementemente contra a invasão e ajude as nações da Otan com sanções e diálogo impedindo coisas piores”.

Agenda marcada
Sobre as críticas, inclusive do governo norte-americano, de que o presidente Jair Bolsonaro  escolheu a pior hora  para visitar a Rússia, Manato justificou que a agenda já estava marcada e, por isso,  teve que ir.
“Aumentou a tensão? Aumentou. Mas o que se pode fazer? Ele teve que ir lá comprar fertilizante da Rússia, 25% vêm de lá”, disse Manato.

Coringa de Jack Nicholson
Político famoso do Estado foi mais um a se posicionar contra o Fundo Eleitoral bilionário, enquanto outros se omitiram. Mas ele se destacou também pela quantidade de botox que teria usado no rosto. Teve quem dissesse que, em um vídeo, ele lembrou o Coringa de Jack Nicholson, do  Batman de 1989.

Arte de detentos
 A OAB-ES realizou ontem o evento “Arte pela Ressocialização”, que contou com estandes com as produções da população carcerária.  Também estiveram presentes os  detentos que fazem parte desse projeto, responsáveis por fazer a apresentação das obras.
Para a vereadora de Vitória Karla Coser (PT), que esteve lá, o projeto promove  perspectivas e oportunidades para o pós-prisão.

Bem com o interior, nem tanto com a cidade?
Apesar dos eventos do governo do Estado serem sempre concorridos entre os prefeitos do interior, nas solenidades  da Grande Vitória, os quatro chefes do Poder  Executivo, das principais cidades da região, estão quase sempre ausentes. Assim foi no lançamento do edital de quase R$ 500 milhões para a Educação nesta semana. Lembrando que apenas o prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), não é considerado aliado do governador.

Também não esteve
No evento da Educação, também não compareceu o presidente da Associação dos Municípios do Estado (Amunes) e prefeito de Cachoeiro, Victor Coelho, do mesmo PSB do governador. Ele, inclusive, publicou, em meados deste mês, trecho do livro do ex-governador Paulo Hartung “Brasil: Desafios e propósitos”.

Trecho enigmático
O trecho publicado por Victor: “A liderança é o oposto do voluntarismo. Um líder deve conjugar capacidades de identificar talentos, harmonizar competências, agregar energias, vontades e vocações em torno de projetos e objetivos comuns, sob um olhar estratégico da realidade e suas demandas prioritárias. O profissionalismo é requisito básico”.

Entregou veículo
Bruno Lamas (PSB) entregou o carro oficial na Assembleia, ontem.

25 de fevereiro de 1967
Neste dia foi criado o Ministério das Comunicações.

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