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PLENÁRIO

A felicidade é acessível a todos

Apenas 38% da população mundial acredita que 2022 será melhor, 28% esperam um ano pior e 27% acreditam que este ano não haverá mudanças em relação a 2021.

Flávia da Veiga | 23/01/2022, 09:45 h | Atualizado em 23/01/2022, 09:36
PLENÁRIO, POR EDUARDO MAIA

Eduardo Maia

Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.


Uma pesquisa recente da Associação Gallup Internacional mostrou que os índices de felicidade e esperança globais diminuíram em 2021, em comparação com o ano anterior. A preocupação com a pandemia e com questões econômicas aumentou os níveis de ansiedade, estresse e tristeza em todo o mundo. 

Apenas 38% da população mundial acredita que 2022 será melhor, 28% esperam um ano pior e 27% acreditam que este ano não haverá mudanças em relação a 2021. A pesquisa foi iniciada em 1979 e é considerada a mais longa do mundo.

Abro aqui espaço para uma reflexão. Já parou para entender o porquê de, apesar de toda evolução e geração de riqueza, o ser humano nunca esteve tão infeliz? 

Desde antes da pandemia, ansiedade e depressão têm afetado cada vez mais pessoas e as consequências são seríssimas. Já temos experimentado os efeitos de algumas delas. Existe, então, luz no fim do túnel? Digo a você que sim. E a solução é acessível a todos: a felicidade.

Muitas pessoas vivem no piloto automático, seguindo um checklist extenuante de metas diárias, frustradas e infelizes. Criar uma sociedade feliz é uma questão econômica, ética, social e de saúde pública.

Existem inúmeras pesquisas, artigos e livros sobre os benefícios da felicidade – todas mostram que pessoas mais felizes são mais resilientes, criativas, engajadas, generosas, bondosas, ganham mais, têm melhores casamentos, são mais saudáveis e vivem até dez anos mais, por exemplo. 

Ou seja, não é o sucesso que traz a felicidade, é a felicidade que traz o sucesso. E isso pode ser treinado e cultivado diariamente.

Para ser mais feliz é preciso ter uma vida de significado e com propósito, relacionamentos saudáveis, boa alimentação, mente calma e o corpo em movimento. 

Grandes empresários brasileiros já perceberam a importância disso e não poupam esforços para levar práticas ao ambiente corporativo. Os resultados? Colaboradores mais engajados, motivados e produtivos. 

Mas somente o conhecimento sobre a felicidade não basta. Precisamos praticar e fazer dela um hábito, uma forma de viver.

A felicidade é o maior objetivo do ser humano. Acontece que não sabemos exatamente o que fazer para ser mais feliz. Acreditamos que não merecemos, que é algo inalcançável ou esperamos encontrar o amor perfeito, o emprego dos sonhos, a viagem incrível para então nos sentirmos felizes. Colocamos a felicidade no fim do arco-íris e nunca chegamos até lá.

Vivemos numa sociedade que atrela a felicidade ao consumo, praticamos religiões que nos fazem sentir culpa, somos educados para competir e ganhar – se perdemos, entramos em sofrimento. 

As mulheres precisam casar e ter filhos para serem aceitas, os homens não têm espaço para demonstrar sentimentos, convivemos com preconceito e desigualdade. A lista das situações que oprimem nosso bem-estar é enorme. Diante de tudo isso, como é possível ser feliz?

Existem vários caminhos para a felicidade e, na maioria das vezes, ela está expressa no que é mais simples para você. Cultive-a e faça de 2022 um ano mais feliz!

FLAVIA DA VEIGA é especialista na Ciência da Felicidade e criadora da Publicidade Positiva

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Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.

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Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.

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Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.

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Plenário

Há mais de 55 anos, a tradicional coluna Plenário acompanha de perto os bastidores da política capixaba nas páginas de A Tribuna. Também presente no Tribuna Online, o espaço traz diariamente notícias, análises e informações exclusivas sobre os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário. Com olhar atento, revela as costuras políticas que movimentam os quatro cantos do Espírito Santo.