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Aumenta em até 40% a procura por remédios contra insônia

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Saúde

Aumenta em até 40% a procura por remédios contra insônia


Renato Vietchesky:  “Estão buscando muito os ansiolíticos naturais” (Foto: Dayana Souza / AT)
Renato Vietchesky: “Estão buscando muito os ansiolíticos naturais” (Foto: Dayana Souza / AT)

Preocupações, ansiedade, falta de rotina e de exercícios físicos, entre outros problemas, têm afetado o sono de muita gente durante a quarentena por causa do novo coronavírus. Com isso, as farmácias na Grande Vitória já relatam um aumento na procura de remédios contra insônia.

Em algumas redes, houve aumento de até 40% na procura por substâncias naturais, os fitoterápicos, que ajudam a combater a insônia, quando comparado ao mesmo período do ano passado.

“Percebemos que houve um crescimento na demanda desses itens. Tenho produtos cujas vendas aumentaram em 40%. Estão buscando muito os ansiolíticos naturais”, destacou o gerente comercial da Farmácia Mônica, Renato Vietchesky.

Ele acredita que, com o isolamento e a restrição de consultas com os médicos por conta da Covid-19, algumas pessoas não têm conseguido receituário médico, que é exigido para os medicamentos no tratamento de insônia. “Então, eles acabam comprando suplementos que auxiliam, que ajudam a ter sono. São os calmantes naturais. Essa categoria de produtos teve um aumento considerável”, disse.

O farmacêutico Márcio Mendes Mello, sócio da Pharmapele, disse que a procura por suplementos como passiflora, melissa e camomila tem aumentado. “Percebi que agora, durante a quarentena, as pessoas estão procurando mais. O mais famoso é a passiflora, que é o maracujá. Há outros mais modernos também, como o Relora e a verbesina”.

Ele explicou que a passiflora, por exemplo, tem ação ansiolítica, sedativa e antidepressiva. “Estudos mostram efeito ansiolítico semelhante ao benzodiazepínico oxazepam, porém, sem seus efeitos colaterais”, disse.

Segundo o presidente do Sindicato de Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos do Estado (Sincofaes), Edson Daniel Marchiori, a orientação nas farmácias é sempre procurar o médico quando a pessoa reclama de insônia.

“Mas, os produtos naturais acabam sendo uma alternativa porque não causam dependência. Acredito que é por isso que as vendas têm aumentado”.

De acordo com a pneumologista e presidente da Associação Brasileira do Sono – Regional Espírito Santo, Jéssica Polese, é normal o aumento desse tipo de medicação durante o isolamento social. Ela ressaltou que é importante manter uma rotina, com exercícios, para melhorar o sono.


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