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Artista plástico é rendido na porta de casa e tem arma apontada para a cabeça

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Polícia

Artista plástico é rendido na porta de casa e tem arma apontada para a cabeça


DPJ de Vila Velha (Foto: Thiago Coutinho/Arquivo AT)
DPJ de Vila Velha (Foto: Thiago Coutinho/Arquivo AT)
Um artista plástico foi vítima de uma tentativa de assalto na noite de sábado (21), no Centro de Vila Velha. Segundo ele, o suspeito apontou a arma para a cabeça dele em uma tentativa de fazê-lo refém.

De acordo com o morador essa não é a primeira vez, já que os assaltos na região têm sido constantes.

"Eu estava no portão de casa com minha irmã. Ele apontou a arma para a minha cabeça e quis entrar. Mas eu consegui fechar o portão e gritei socorro. Ele se espantou e fugiu", contou o homem que não quis se identificar por medo de represálias.

A vítima disse ainda que o Centro de Vila Velha não possui policiamento e nem um trabalho intensivo com os moradores de rua que ficam na praça principal do bairro.

"Só na minha rua eles já tentaram roubar um ar condicionado, quebraram uma cerca elétrica, tentaram invadir residências e estabelecimentos", disse.

Por meio de nota, a Polícia Militar disse que realiza o policiamento ostensivo 24h por dia em todo o Centro de Vila Velha, e que, além do patrulhamento preventivo, a região conta com diversas operações diárias de cercos táticos, pontos base, visitas tranquilizadoras e abordagens.

Disse ainda que, com intuito de se aproximar da comunidade, garantir uma prestação de serviço mais eficaz e aumentar a sensação de segurança, se reúne constantemente com representantes da comunidade a fim de traçar estratégias de segurança conforme as demandas da região.

Além disso, foi criado um grupo de WhatsApp com policiais da unidade, moradores e comerciantes do local, abrindo mais um canal de comunicação, além do Ciodes (190), para que haja a possibilidade de um atendimento ainda mais rápido em casos de ocorrência em andamento.

A PM ressaltou que, quando não há indivíduos detidos em flagrante, é necessário que as vítimas registrem as ocorrências em uma delegacia para que os casos sejam investigados.


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