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Aprender, ousar e se reinventar
Claudia Matarazzo
Claudia Matarazzo

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Aprender, ousar e se reinventar

Estamos entrando no nono mês de pandemia de Covid-19 e ainda há um mix de incerteza, medo, raiva e esperança no ar. E, junto com isso, muita confusão. A incerteza é com relação a tudo: futuro, emprego (até quando me seguram ou, pior, até quando eu me seguro)?

O medo da nova onda, de não voltar nunca ao normal. Raiva de tudo e de todos: do vizinho, do companheiro, das autoridades –, uma raiva justa, porém, inexplicável; compreensível, mas disseminada e maléfica, posto que divide e exaure as forças.

Fala-se em vacina, mas ainda demora alguns meses, que parecem eternidade. Enquanto dormimos e acordamos nesse limbo, tentamos, diariamente, resgatar a esperança.

Nessa toada, ouve-se que fulana/o se reinventou, ou precisa se reinventar. Entendo o fascínio que a palavra pode trazer, mas ouso sugerir outro tipo de atitude, além dessa de buscarmos uma outra atividade/profissão/colocação. Talvez, antes de nos “reinventarmos”, precisemos pensar em ações que encerram outras alternativas.

Antes de reinventar, aprender – Sabe aquele curso sempre adiado por falta de tempo? Ou o projeto de aprender algum hobbie, arte ou mesmo esporte?

Não é papo de madame, não. Pense seriamente: pode ser sua chance de mudar o rumo da vida com algo que sempre te atraiu. Sem se cobrar a perfeição, apenas pelo prazer, e ver no que dá.

Algum resultado sempre tem. O importante é o movimento!

Antes de se reinventar, ousar – Ousadia é essencial! Com segurança, claro, mas, por que não acreditar mais em si mesma/o e nos seus talentos? Não importa se o plano parece impossível: pense, faça projetos, aperfeiçoe.

Antes de se reinventar, criar – Não acredite que, para criar, é preciso ser artista. Para criar, basta desejar. Seja uma receita culinária, um jardim, uma horta, uma obra de arte, novos modelos de vestuário. Pesquise antes, faça uma lista das etapas necessárias, e experimente.

O novo momento – Sim, estamos mais confinados. E esse confinamento tende a durar parcialmente, pelo menos, até que chegue a vacina. Por outro lado, enxergamos, pela primeira vez, nossas casas. Resgatamos a comunicação com parentes, filhos e amigos. O fato é que estamos valorizando mais as relações humanas e a nossa casa. Nosso “templo” que, também virou escritório, escola dos filhos e porto seguro.

O grande desafio – Não é se reinventar, mas encontrar o equilíbrio entre a ocupação necessária, família e um mínimo de tempo de qualidade só nosso.

Encontrar a brecha de tempo para que a transição aconteça. E ousar dar esse salto, não para o desconhecido, mas para a esperança de algo há muito desejado.
 

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