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Aliados já dão como certo Moro na política
Coluna do Estadão

Andreza Matais e Marcelo de Moraes


Aliados já dão como certo Moro na política

Aliados do ex-ministro Sergio Moro já veem seu caminho na política como certo. Mesmo com uma postura mais discreta, sem dizer explicitamente suas intenções, Moro tem deixado claro, segundo esses interlocutores, que o percurso mais provável no médio prazo será mesmo o político-eleitoral.

A intenção de seguir carreira como advogado ou palestrante enfrentará obstáculos e será observada pela opinião pública com uma lupa, afirmou um aliado. Até Rodrigo Maia disse: “Não sei se ele é candidato, mas tem agido como político”.

Estratégia. Desde que deixou a pasta, num rompimento traumático com o governo Bolsonaro, tem constantemente sido aconselhado a submergir. O que fez, de certa forma: no seu último mês no ministério, fez 106 publicações no Twitter; no mês seguinte após sair, o volume caiu para 31.

Aff. Para o entorno de Moro, o problema é o teor muito mais político dos tuítes e sempre reativo a provocações. Interlocutores disseram que, quando é provocado pelo ex-chefe, “ele não se aguenta”.

Caiu. Segundo levantamento da consultoria Bites, no dia da demissão, Moro conseguiu, em dois posts, 552 mil interações no Twitter - seu ápice. Ontem, no mais recente embate com Bolsonaro, chegou a 26 mil.

Cálculo. “Enquanto não se colocar efetivamente como oposição, vai perder relevância. Nem mesmo os bolsonaristas falam mais dele”, disse o diretor da Bites, Manoel Fernandes.

CLICK. Luciano Huck escolheu uma foto do corintiano Sócrates para demonstrar apoio aos atos pró-democracia. A torcida do time foi uma das organizadoras.

Na cola. Juristas vão acionar a Comissão de Ética da Presidência contra Moro. A nova denúncia vai alegar, entre outras coisas, suposta divulgação de informações privilegiadas em entrevistas depois que deixou a pasta. Esta já é a segunda ação contra ele no colegiado.

Vem pra cá. André Mendonça (Justiça) escolheu o advogado da União Claudio de Castro Panoeiro para assumir a Secretaria Nacional de Justiça. A nomeação sairá nos próximos dias.

Currículo. Panoeiro coordena o Grupo de Defesa do Patrimônio Público na Procuradoria Regional da 2ª Região. Ele foi o primeiro cego a fazer sustentação oral no STJ, em 2010.

Radical. O ministro do STF Marco Aurélio Mello esbarrou com a manifestação na Esplanada, enquanto passeava de moto. Lamentou as aglomerações.

Esquece. Depois de ir a público afastar a possibilidade de golpe, o chefe do GSI, Augusto Heleno, tem se ocupado em dizer o mesmo na arena favorita do bolsonarismo, o WhatsApp.

Canja de... Um áudio do ministro, ao qual a coluna teve acesso, diz: “Algumas medidas graves foram tomadas em discordância com a Constituição, mas precisamos enfrentar isso com muita, muita prudência”.

...galinha. Falou ainda sobre a necessidade de recuperação da economia e que “precisamos ter juízo (...) e não adotar posturas radicais que possam nos afundar mais ainda”.

Calma, gente. O vento mudou para o projeto de fake news no Senado: mesmo parlamentares favoráveis agora dizem ser um timing ruim. Temem que o projeto, na pauta para votação de hoje, fique com pecha de perseguição ao governo neste momento.

Bombou nas redes

"As manifestações a favor da democracia não podem fazer o jogo de quem quer o pretexto
da desordem para justificar ataques à própria democracia”.

Fábio Trad, deputado federal (PSD-MS)

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