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“Acho que existe um fetiche sobre o ruivo”

Entretenimento

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“Acho que existe um fetiche sobre o ruivo”


Cirillo Luna é ator (Foto: Divulgação /Jorge Bispo)
Cirillo Luna é ator (Foto: Divulgação /Jorge Bispo)
A troca de olhares é o ponto de partida, sua arma na hora da paquera. Mas nada de ficar só nessa tática a noite toda, já que o ator Cirillo Luna, 37, não gosta de enrolação. Com ele, é direto ao ponto!

“Gosto muito da fase inicial da sedução, dos primeiros olhares, mas isso tudo se for recíproco ou tiver margem para isso. Confesso que não tenho muita paciência para quem se faz de difícil, acho bem chato, inclusive. Não fique me provocando só pra alimentar seu ego, que comigo não funciona. Não está a fim? Ok, sem problema algum... então tchau! Odeio quem só fica fazendo charminho. Tenho muita preguiça!”, afirma ao AT2.

O ruivo, que está solteiro, interpreta o sedutor Gael, em “Salve-se Quem Puder”, que teve sua 1ª temporada encerrada no último sábado. Na trama, o personagem disputa o coração de Micaela (Sabrina Petraglia) com seu também charmoso irmão Bruno (Marcos Pitombo).

“Não me considero tão extrovertido e conquistador quanto ele. Sou mais sossegado, prefiro ouvir mais do que falar e já me considerei bem mais tímido do que sou hoje em dia. O teatro me ajudou muito nisso”.

“Desde pequeno busco um olhar mais poético sobre a vida”, Cirillo Luna

At2 — Quando percebeu que tinha alma de artista?
Cirillo Luna — Era um dos primos que queria as brincadeiras mais lúdicas, inventava histórias com meu pai, fazia filmes caseiros com uma filmadora antiga da família... Desde pequeno, busco um olhar mais poético sobre a vida. Ficar atento ao sensível sempre foi uma característica minha.

Chegou a cursar Odontologia. Como foi essa transição?
Natural, apesar de difícil, no sentido de abandonar tanto tempo de estudo e investimentos que meus pais fizeram durante o curso, que é caro, e a estabilidade financeira.

Quando já estava estagiando na área de Odontologia, fui fazer um curso de teatro na CAL. A partir daí, tudo começou a mudar. Ao finalizar, entendi que a atuação preenchia um lugar até então adormecido em mim.

Seus pais te apoiaram?
No início, ficaram muito preocupados, o que é normal. A gente conversou muito, eles mostraram as dificuldades que eu poderia passar e os medos inerentes que, naturalmente, tinham como pais.

Tem semelhanças com o Gael?
Sou bem próximo e parecido com ele com relação ao afeto familiar, a preocupação que ele tem com o irmão. O lado profissional do Gael é bem parecido com o meu: ele é dedicado, proativo e responsável em termos profissionais.

Cirillo com seus colegas de novela, Marcos Pitombo e  Sabrina Petraglia (Foto: Divulgação / TV Globo)
Cirillo com seus colegas de novela, Marcos Pitombo e Sabrina Petraglia (Foto: Divulgação / TV Globo)
Já se viu vivendo um triângulo amoroso como o do seu personagem?
Nunca! Pularia fora dessa história assim que soubesse. Pago para não cair em confusão, odeio tretas. Mas não dá para julgar, dizer que faria isso ou aquilo, até porque esse terreno que envolve sentimentos é complexo, depende de tanta coisa... Só insistiria se realmente estivesse muito apaixonado e a pessoa valesse a pena.

Quais são suas táticas de sedução?
Não tenho táticas preestabelecidas não. Uso muito o olhar, a gente diz muita coisa através dele. Posso provocar muito mais com os olhos do que verbalizar algo.

Você se vê como um galã?
Não me considero um galã. Acho que existe um fetiche sobre o ruivo, isso sempre aconteceu comigo. É engraçado, divertido. E o assédio tem vindo mais pelas mídias sociais, pelas mensagens que recebo.

Tem 37 anos, mas aparenta ser bem mais jovem. É vaidoso?
Sim, mas sem exageros. Procuro me cuidar, usar filtro, me alimentar bem. Nado, malho, faço ioga, pedalo, corro...

Está solteiro, mas sonha em construir uma família?
Sou uma pessoa muito família. Tenho uma admiração muito grande pela família gigante que meus avós formaram e tenho esse sonho de formar a minha. Gostaria de pelo menos dois filhos, com direito a gato, cachorro...

O que ele diz

Quarentena
“Desenvolvi um plano com algumas atividades e uma 'rotina'. Tenho lido, estudado, me exercitado. Voltei a ver algumas séries que tinha parado como 'Sex Education', revi alguns filmes clássicos, além de acompanhar as notícias pelos jornais. Estou louco para voltar à rotina das gravações e torcendo muito para que tudo isso acabe logo, sem muitos danos para todos nós”, diz, ao AT2, o galã, que vive Gael em “Salve-se Quem Puder”.

Vilão?
O personagem de Cirillo chega para participar de um plano de vingança da prima dele, Verônica (Marianna Armellini), contra Micaela (Sabrina Petraglia).

“Não o considero vilão, para ser sincero. Ele é um cara muito ambicioso, que topa ajudar a prima porque tem um objetivo muito definido e claro. Ao mesmo tempo, ele tem esse lado da preocupação e cuidado com o irmão, o que o torna complexo e muito humano. O Gael, na verdade, é um fanfarrão com um grande coração.”

Ruivo
“Quando você está no começo da profissão e não conhecem seu trabalho, naturalmente te chamam mais por conta do perfil que você imprime. Então, era convidado para poucos testes e, na maioria das vezes, para personagens gringos, as possibilidades eram mais restritas a esse universo.

Mas já ouvi de um produtor que eu tinha muitas sardas e que isso atrapalharia ou impossibilitaria meu trabalho no audiovisual. Se você não é seguro sobre seu ofício e não tem certeza das suas convicções artísticas, um comentário desses pode te influenciar de forma negativa. Sempre tive os pés no chão e nunca me deixei levar por esse tipo de opinião, apesar de ter ficado triste naquele momento. Na época da escola, eram só brincadeiras, apelidos, nada muito agressivo.”


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