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A missão de Autuori
Gilmar Ferreira
Gilmar Ferreira

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A missão de Autuori

Ficará a cargo de Paulo Autuori a missão de escolher o nome do profissional que irá exercer a função ocupada por Valdir Espinosa desde dezembro. A comissão executiva do futebol alvinegro entendeu que, por já terem atuado na coordenação e no gerenciamento de elencos em outros grandes clubes, ele e o auxiliar Renê Weber são os mais indicados para avaliar a necessidade de recomposição.

Dentro do clube, já há quem vislumbre a possibilidade de, num futuro bem próximo, Paulo Autuori vir a assumir a gerência do futebol, como já fizera no Athletico/PR e no Santos, bem recentemente.

Após a saída de Alberto Valentim, Carlos Augusto Montenegro redesenhou com Espinosa a estrutura de trabalho pensando na construção de identidade para o futebol do Botafogo. E o acerto com Autuori trouxe mais confiança no trabalho — ainda mais com a afinidade aflorada na primeira conversa da dupla sobre a importância da valorização dos jogadores da base.

É estranho, mas os dois técnicos mais emblemáticos da história recente do clube (um campeão que pôs fim no jejum de 21 anos, e o outro campeão do título brasileiro) não haviam estado juntos para falar do clube que marcou suas vidas.

Com a morte de Valdir Espinosa, a missão foi entregue a Paulo Autuori. E ele sabe que a tarefa não é simples.

Não se trata de escolher os 11 jogadores mais bem preparados entre os disponíveis. É mesmo ter paciência para desenvolvê-los tática e mentalmente, criando filosofia que vá além do que é ensaiado nos treinos físicos e táticos. Algo que ele, por vezes, tem até dificuldade de explicar nas entrevistas de pós-jogo, procurando palavras para não ferir susceptibilidades.

Como no último sábado, em que já não se orgulhava com os elogios pelos ótimos primeiros 45 minutos na derrota para o Flamengo.

Ao saber que o português Jorge Jesus o elogiava na sala de entrevistas do lado rubro-negro, o treinador do Botafogo deu a senha para que os torcedores possam entender um pouco da sua missão. “Futebol não é jogado só com talento e preparo físico. O cognitivo (raciocínio) tem de ser trabalhado. E isso não acontece da noite para o dia...”

Ou seja: não adianta a torcida creditar as limitações do time a um possível mau preparo físico dos jogadores. A inteligência tática exige mais do que correria.

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