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A falsa promoção ou brinde é o golpe da hora na internet
Mundo Digital
Eduardo Pinheiro

Eduardo Pinheiro


A falsa promoção ou brinde é o golpe da hora na internet

Quem não gostaria de ser sorteado e ganhar um almoço grátis em um bom restaurante, obter uma superpromoção na melhor pizzaria da região ou receber em casa um kit Páscoa, com uma linha completa de chocolates? Pois é, muitos internautas estão procurando as delegacias para denunciar esse tipo de golpe que aumentou com a pandemia. Criminosos atentos às atividades online dos internautas, e de suas preferências pessoais, estão direcionando armadilhas virtuais, de acordo com o gosto e as características da vítima.

A internet, em especial, a exposição nas redes sociais, possibilita que o golpista conheça o ponto fraco de cada vítima, o que permite criar golpes com um grau de credibilidade que leva a maioria das pessoas a cair.

Depois de conhecer as preferências da vítima, o criminoso utiliza perfis falsos de lojas, restaurantes, pizzarias, fast-food e uma infinidade de comércios ou serviços para abordá-la e lançar a armadilha.

Provavelmente, o criminoso já sabe que a vítima frequentou ou realizou transação comercial com algum daqueles estabelecimentos, e assim fica mais fácil o internauta acreditar que se trata de um desconto, brinde ou promoção legítima do comércio.

A felicidade é tamanha que é tirada da vítima a capacidade de ponderar a respeito da possibilidade de um golpe.

De imediato, a vítima deve fornecer o código SMS (sempre ele) que, supostamente, seria utilizado para a confirmação do recebimento da promoção.

Na verdade, o código trata-se da chave que o WhatsApp envia para o usuário, quando este tenta migrar a sua conta para outro aparelho.

Desta forma, de posse do código fornecido, o estelionatário o digita em seu aparelho e captura a conta da vítima.

O criminoso terá acesso a todos os contatos da vítima, aos grupos dos quais faz parte e, muitas vezes, consegue até ter acesso a conversas antigas do usuário, caso este realize backup da conta na nuvem.

Com acesso a essas informações privilegiadas e à lista de contatos da vítima, alguns até com indicação de grau de intimidade (mãe, amor, pai, madrinha, etc.), o golpista direcionará suas ações para os parentes e amigos da vítima.

Histórias mirabolantes são contadas, relatando uma necessidade urgente de transferências de valores em dinheiro para contas bancárias de terceiros. Os amigos e parentes, acreditando que estão falando com um ente querido, acabam realizando as transferências e se tornam também vítimas do mesmo golpista.

A melhor forma para não cair nesses golpes é, primeiramente, não fornecer códigos recebidos via SMS, investigar e ligar para o telefone fixo do estabelecimento para verificar se, de fato, a promoção existe, e se foi realmente sorteado.

Já em relação às segundas vítimas, a orientação principal é para não realizar transferência bancária baseada em conversas online. Não é nenhum preciosismo, nos dias atuais é até necessário, telefonar para ter a certeza com quem estamos falando, no meio digital.

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