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PLENÁRIO

Grande Vitória e mais de 20 cidades devem continuar no risco extremo

| 02/04/2021, 10:50 h | Atualizado em 02/04/2021, 11:02
PLENÁRIO, POR EDUARDO MAIA

Eduardo Maia

Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.

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O novo mapa de risco que o governo vai anunciar na tarde desta sexta-feira (02) deve manter a Grande Vitória e mais de 20 outros municípios no risco extremo. A tendência é que cerca de 30 cidades do Espírito Santo, as maiores, permaneçam no maior nível de restrições devido ao número de casos e mortes por Covid-19. A Grande Vitória será considerada como um bloco só.

Às 15 horas está marcada uma reunião com a Sala de Situação, liderada pelo governador Renato Casagrande, para definir as medidas que terão validade pelos próximos 14 dias (5 a 18 de abril) e alguns dilemas estão na mesa de negociação.

O primeiro é sobre os ônibus. Deve ser definido se, a partir de segunda-feira (05), os ônibus do transporte municipal e intermunicipal retornam, nos municípios de risco extremo, ou se continuam apenas transportando profissionais de saúde. A tendência é que a Rodoviária de Vitória permaneça fechada.

O segundo ponto em que ainda não há consenso, é sobre o funcionamento do comércio não essencial. Hoje, pelas regras da matriz de risco extremo, não devem funcionar os estabelecimentos comerciais que não sejam essenciais, a não ser por delivery. Mas está em negociação a possibilidade de abertura com horário reduzido e em dias alternados – como ocorreu no ano passado com a divisão de dias ímpares e pares.

O terceiro ponto, que ainda falta bater o martelo, é sobre o funcionamento de restaurantes. Hoje, os restaurantes só podem funcionar por delivery, mas há na mesa uma proposta para que possam abrir das 10h às 16h, durante a semana.

Restrições

Em junho do ano passado, quando o governo anunciou as medidas qualificadas que deveriam ser adotadas pelos municípios em caso de risco extremo, foram definidas regras mais rígidas para o convívio social.

Entre elas estariam a barreira sanitária entre municípios de risco extremo e outros municípios; multa para quem fosse flagrado sem máscara em espaços públicos; toque de recolher entre 21h e 5h – com exceção aos trabalhadores de serviços essenciais ou para emergências, como socorro médico – e fechamento total de praças, parques e praias. Mas, essas medidas mais restritivas teriam encontrado resistências, principalmente pela dificuldade de fiscalização.

Desde o início da pandemia até ontem (01), o Espírito Santo já tinha registrado 7.558 mortes e 384.474 casos confirmados de Covid-19. São também 352.521 pacientes curados.

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Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.

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Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.

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Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.

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Plenário

Há mais de 55 anos, a tradicional coluna Plenário acompanha de perto os bastidores da política capixaba nas páginas de A Tribuna. Também presente no Tribuna Online, o espaço traz diariamente notícias, análises e informações exclusivas sobre os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário. Com olhar atento, revela as costuras políticas que movimentam os quatro cantos do Espírito Santo.