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AT EM FAMÍLIA

Estudo revela maiores medos das gestantes

| 07/12/2020, 17:37 h | Atualizado em 07/12/2020, 17:43
AT em Família

Redação jornal A Tribuna


Após a longa espera de 12 semanas, período em que as chances são maiores da gravidez ser naturalmente interrompida, você decide contar a novidade para a família e às amigas mais próximas. Há muita comemoração com a notícia, mas também o desabafo: “eu chorei de felicidade, mas fiquei com medo”.


          Imagem ilustrativa da imagem Estudo revela maiores medos das gestantes
Grávida espera ansiosa o momento de dar à luz: mistura de sensações se estende ao longo da maternidade |  Foto: Divulgação

Esse misto de sentimentos se estende ao longo da maternidade, e foi isso que mostrou a pesquisa brasileira da femtech Theia, clínica de saúde centrada nas necessidades femininas e gestantes.

O levantamento contou com a participação de 450 mulheres ao redor do País e, a partir dos dados reunidos, descobriram-se os medos mais frequentes entre grávidas durante e após os nove meses.

O primeiro deles é que 60% das entrevistadas têm receios sobre a saúde do bebê ainda dentro da barriga, o que leva ao segundo dado importante: 50% delas têm medo de perder o filho.

Ainda durante o desenvolvimento do bebê, 32% das gestantes sentem medo de não ser uma boa mãe antes mesmo de segurarem o filho nos braços. A mesma porcentagem engloba também o receio de ter dificuldades durante a amamentação.

Já no nascimento do bebê, 29% das entrevistadas se sentem fragilizadas pelo receio de não conseguirem dar à luz por meio do parto normal, enquanto 32% relatam ter medo de sentir dor no processo.

Não poder estar com o bebê após o parto, não recebê-lo em seu colo para amamentá-lo e não ter a sua dor validada durante o processo também estão entre os maiores medos das gestantes.


Os principais receios e sentimentos


Medo de dor e de não ser uma boa mãe

Na gestação
60% das gestantes têm receios sobre a saúde do bebê ainda dentro da barriga, o que leva ao segundo dado importante: 50% delas têm medo de perder o filho.
32% sentem medo de não ser uma boa mãe antes mesmo de segurarem o filho nos braços. A mesma porcentagem também teme ter dificuldades durante a amamentação.
Já no nascimento do bebê, 29% das entrevistadas se sentem fragilizadas pelo receio de não conseguirem dar à luz por meio do parto normal, enquanto 32% relatam ter medo de sentir dor no processo.
Não poder estar com o bebê após o parto, não recebê-lo em seu colo para amamentá-lo e não ter a sua dor validada durante o processo também estão entre os maiores medos das gestantes.
No puerpério
64% das mamães entrevistadas relatam que um dos principais desafios após o parto é a privação de sono.
Já 55% reforçam que são as dificuldades com a amamentação, enquanto 23% lembram do baby blues, um estado de melancolia profunda após o nascimento do filho.
no ranking de sentimentos, em primeiro lugar aparece a felicidade, apontada por 65% das participantes. Já 52% elegem a sensação de realização como a segunda emoção mais presente. Em terceiro, surge o cansaço com 41%, a insegurança em quarto com 35% e o medo em quinto, com 32%.
A pesquisa mostra ainda que 84% das entrevistadas tiveram uma rede de apoio após o nascimento do bebê, o que é muito importante para a mais nova mamãe.

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