Previsão de lojas abertas de 2ª a 6ª a partir de agosto
O governo do Estado prevê para começar em agosto a flexibilização no funcionamento do comércio da Grande Vitória, possibilitando que as lojas abram de segunda a sexta, todos os dias – e não mais de forma alternada em rodízio, como atualmente.
“Tenho quase certeza que a Grande Vitória entra em agosto no risco moderado. E aí, com isso, o comércio de rua volta a abrir de segunda a sexta, todos os dias. Se continuar do jeito que está, é o cenário possível. A gente começa a aplicar a matriz de risco moderado”, falou o governador em entrevista ao jornal A Tribuna no Palácio Anchieta, em Vitória.
Atualmente, municípios em risco alto – caso da Grande Vitória inteira – podem abrir o comércio de segunda a sexta, mas em esquema de rodízio.
Nos dias ímpares do calendário podem funcionar lojas de produtos de consumo não pessoal, como eletrodomésticos e eletrônicos e materiais de construção. Nos dias pares, lojas de consumo pessoal, como de roupas e comésticos.
No risco moderado, o critério de rodízio não ocorre e o comércio abre de 8h às 14h, de 2 a 6.Casagrande disse que é possível que a flexibilização aconteça em algumas cidades da região metropolitana, e não em outras. O motivo é que a Grande Vitória, nesse estágio da pandemia, deixou de ser analisada como um grande bloco, e agora o governo encara cada cidade de forma individualizada.
O mapa de gestão de risco – que divide as cidades em risco baixo, moderado e alto – terá mudanças já a partir da semana que vem. São esses níveis que definem como o comércio de rua deve funcionar.
“No mapa que começa a valer na próxima segunda-feira nós já teremos municípios que vão sair do risco alto e ir para o moderado. Alguns municípios do interior, por exemplo. E outros municípios vão para o risco baixo. Depois de quase dois meses, a gente vai ter o mapa sendo analisado com leitos menos ocupados”, adiantou.
Essa flexibilização, ponderou Casagrande, não se dará em todas as cidades. “A curva da região metropolitana está estável e começando a cair. Mas a curva do interior é crescente. Menos crescente no Sul, mas está crescente nas regiões Norte e Central”, analisou, lembrando que a atividade econômica mais intensa depende da realidade de cada município.
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