Mosquito e lixo no Hemocentro
Redação jornal A Tribuna
“No estacionamento do Hemoes, em Maruípe, há muita água parada acumulada, mato e lixo. O local é limpo de vez em quando, mas não da forma adequada, pois a alegação é a falta de verbas”, denuncia a dona de casa Sônia Souza da Silva, que mora em Guarapari.
Ela relata que as pessoas que chegam de outras cidades do Estado precisam ficar no local em meio ao lixo e aos mosquitos.
“Há mais de dois anos que enfrentamos essa situação”.
Resposta
A direção do Hemocentro do Espírito Santo (Hemoes) explica que o terreno no qual a unidade está localizada, em Vitória, pertence à Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).
Esclarece que existe uma solicitação de cessão do terreno feita pelo Hemoes, no entanto, enquanto não houver finalização do processo, o Hemocentro não tem autonomia para realizar obras no local.
Neste momento, a limpeza, podas, vigilância e manutenção da área estão sob total governabilidade da Prefeitura Universitária.
A Superintendência de Infraestrutura (SI) da Ufes por sua vez esclarece que devido as medidas de prevenção à Covid-19, aprovadas pelo Conselho Universitário, as atividades presenciais nas áreas acadêmicas e administrativas na universidade estão suspensas desde o dia 17 de março e, desde então, a manutenção dos campi da instituição priorizam os casos emergenciais, como queda de árvore, vazamentos, falta de energia elétrica e alagamentos, entre outros.
No entanto, apesar dessa restrição, os serviços de manutenção e limpeza continuam sendo realizados, mas obedecendo ao cronograma previsto no contrato de manutenção.
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