Presidente reeleita em Guarapari
Quinze vereadores do município votaram a favor de Sabrina Astori. Houve ainda duas abstenções, que foram de parlamentares do PL
A presidente da Câmara de Guarapari, Sabrina Astori (PSB), permanecerá no comando do Legislativo municipal pelos próximos dois anos. Ela foi reeleita ontem, em votação realizada para presidir a Casa no biênio 2027/2028.
A chapa “Juntos Para Fazer Mais” foi a única registrada na disputa e recebeu 15 votos favoráveis. Houve ainda duas abstenções, dos vereadores do PL Vinícius Lino e Thiago do Casal Policial.
Com a reeleição, Sabrina terá o segundo mandato consecutivo à frente da Câmara. Além de Sabrina na presidência, a nova Mesa Diretora será formada por Rosana Pinheiro (PSD), como vice-presidente; Félix Juliati (PRD), 2º vice-presidente; Tainá Coutinho (PRD), 1ª secretária; e Leandro Inácio (DC), 2º secretário.
A presidente foi à tribuna e discursou após ser declarada empossada. “Tem uma frase de um amigo que levo para a vida que diz que o paciente sempre vence. Eu quero agradecer minha família, que me deu força para me guiar nesse processo de recondução, que não foi fácil. Foi um processo divertido, rimos, choramos, mas nunca faltou respeito. Houve outros nomes, depois entramos em uma composição única, mas nós sempre prezamos pelo respeito”, destacou a líder do Legislativo municipal.
Diferentemente da última eleição da Mesa, no início de 2025, que abriu a nova legislatura, agora há vereadores de primeiro mandato na composição, como Leandro Inácio e Tainá Coutinho. Houve também apoio do prefeito de Guarapari, Rodrigo Borges (Republicanos), à reeleição de Sabrina.
O então vice-presidente da Casa, Wendel Lima (MDB), chegou a declarar recentemente apoio a Sabrina, mas acabou não fazendo parte da nova configuração da Casa. Nos bastidores, ambos teriam se distanciado nos últimos tempos.
A reportagem colheu a informação de que Wendel chegou a dizer que seria candidato neste ano, sugerindo um rompimento com Sabrina. A Câmara de Guarapari seguiu o que determinou recentemente o Supremo Tribunal Federal (STF). Em ano de eleição geral, a eleição deveria acontecer a partir de outubro.
O mesmo deve ser feito por outras câmaras a partir de agora, que devem começar a pautar suas próprias eleições.
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