Colégio Faesa investe em metodologia que dá direção ao talento
Colégio Faesa investe em experiências de aprendizagem que ajudam cada aluno a descobrir e desenvolver seu potencial.
Todo estudante carrega talentos e possibilidades, mas o potencial, sozinho, não define uma trajetória: precisa ser descoberto, desenvolvido e, principalmente, encontrar direção. É a partir dessa ideia que o Colégio Faesa, na unidade de Bento Ferreira, em Vitória, estrutura sua proposta pedagógica.
A proposta une acompanhamento próximo dos professores, metodologias ativas, tecnologia educacional e formação para a vida. Essa direção começa pela maneira de aprender.
O aprender fazendo como base da autonomia
Em vez de ocupar uma posição apenas passiva diante do conteúdo, o estudante é incentivado a experimentar, questionar, criar hipóteses, testar soluções e aprender também com os próprios erros. É o princípio do “aprender fazendo”, que transforma conhecimento em experiência e fortalece autonomia, criatividade e capacidade de resolver problemas.
Nesse processo, o professor é fundamental. Seu papel vai além de transmitir conteúdos: ele acompanha o percurso de cada estudante, identifica potencialidades e dificuldades, provoca novas perguntas e oferece orientação para que possa avançar.
“É uma cultura que se desenvolveu no Colégio. Nós seguramos na mão dos estudantes e os fazemos acreditar que é possível. E, a cada ano, novos talentos vão surgindo. Os professores do Colégio Faesa são os grandes incentivadores dos nossos estudantes” Elisangela Teles, diretora pedagógica
.
Conquistas em olimpíadas do conhecimento
Essa combinação se reflete nas conquistas dos alunos em olimpíadas do conhecimento. O Colégio Faesa participa de competições que estimulam raciocínio, curiosidade científica e resolução de problemas, entre elas:
- Canguru de Matemática
- OBA
- OBLI
- OBG
- IGeo
- ONC
- OBMEP
Mais do que celebrar medalhas, a escola vê cada conquista como parte de um processo maior: ajudar crianças e jovens a reconhecer suas capacidades, desenvolver competências e fazer escolhas conscientes. Porque formar bons alunos é importante. Preparar pessoas capazes de construir o próprio caminho é ir além.
Tecnologia para criar além de consumir
Em um cotidiano cercado por telas, preparar crianças e jovens para o mundo digital não significa aumentar o tempo diante de dispositivos. No Colégio Faesa, a tecnologia educacional é ferramenta para criar, experimentar, raciocinar e solucionar problemas.
Nas aulas de Educação Tecnológica, os estudantes constroem algo concreto a partir do conhecimento: uma solução, um programa, um objeto ou uma nova maneira de enfrentar um desafio. A proposta é desenvolver pensamento computacional e uma relação crítica, consciente e criativa com as ferramentas digitais.
“Meu papel nesse processo é ser mediadora e incentivadora, criando situações para que as crianças pensem, experimentem e sejam protagonistas da própria aprendizagem” Raquel Rozana Volpato, professora de Educação Tecnológica do 1º ao 5º ano.
Segundo a professora, os resultados ultrapassam o domínio da tecnologia. “Aos poucos, elas desenvolvem mais autonomia, criatividade, confiança e capacidade de trabalhar em equipe. Aprendem que errar faz parte do processo e que, diante de um desafio, podem testar, criar e buscar novas soluções.”
Para o Colégio Faesa, tecnologia educacional não substitui as relações humanas nem o papel do professor: coloca novas ferramentas a serviço da aprendizagem e prepara o estudante não só para usar a tecnologia que encontra pronta, mas para compreender, criar e transformar o mundo ao seu redor.
Do potencial à conquista nas olimpíadas
Medalhas em olimpíadas representam mais do que uma boa colocação. Para o Colégio Faesa, são fruto de um processo que começa antes da prova: despertar curiosidade, desenvolver autonomia e fazer o estudante acreditar na própria capacidade.
Para Kaio Gava, professor de Geografia do Ensino Médio, as olimpíadas envolvem debates, troca de ideias e trabalhos coletivos que aprofundam o que é visto em aula, como na OBG, que exige concentração e resolução de problemas do cotidiano.
Para reconhecer esse esforço, o Colégio Faesa realiza anualmente uma premiação dos medalhistas, incluindo alunos das séries iniciais. O professor destaca o envolvimento da escola em todo o processo e vê nos resultados um diferencial para os alunos.
“Somos a única escola particular a representar o Estado na OBG Nacional por três anos consecutivos e a única a obter medalha internacional na IGEO”
Segundo a diretora pedagógica Elisangela Teles, essa cultura se desenvolveu naturalmente, sem foco nos resultados. Cada medalha celebra uma conquista individual, mas mostra que, com incentivo e acompanhamento, o potencial encontra um caminho.
Comentários