Homem é preso por estupro e exploração sexual de filha de 17 anos em Cariacica
Investigado chegou a oferecer, por mensagens, uma quantia de R$ 300 para que a filha mantivesse relações sexuais com ele
Um homem de 35 anos foi preso por exploração sexual e estupro contra a própria filha, uma adolescente de 17 anos, em Cariacica. O mandado de prisão preventiva foi cumprido pela Polícia Civil na segunda-feira (17) e divulgado nesta quarta-feira (19).
Com o objetivo de preservar a identidade da vítima, que é menor de idade, e em cumprimento ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), os nomes dos envolvidos não serão divulgados.
Segundo as investigações da polícia, os crimes mais recentes teriam ocorrido em maio deste ano, poucos dias após a adolescente voltar a morar com o pai. A polícia conseguiu obter cópias de mensagens enviadas pelo homem ao celular da filha.
Nas conversas, ele oferecia uma quantia de R$ 300 para que ela mantivesse relações sexuais com ele.
Outros inquéritos e histórico de violência sexual
De acordo com a Polícia Civil, foram identificados outros dois inquéritos policiais que apontam o mesmo homem como autor de crimes de violência sexual contra a adolescente de 17 anos e a irmã dela, atualmente com 19 anos. Os crimes teriam ocorrido anos atrás.
Em um dos casos, é relatado que o investigado chegou a ter conjunção carnal com a filha de 17 anos. Ainda segundo a polícia, o suspeito já havia sido denunciado pelo crime de estupro de vulnerável.
Durante o interrogatório na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), ele confessou a prática dos crimes e, logo após, foi preso preventivamente.
"Além das mensagens, foram colhidos depoimentos de testemunhas que contribuíram para a conclusão do inquérito policial, encaminhado ao Poder Judiciário juntamente com o pedido da medida cautelar. A prisão preventiva foi fundamentada, entre outros elementos, na reiteração das práticas delitivas contra a vítima"
Após a formalização dos procedimentos legais, o investigado foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.
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