Mais de 22 bailarinos do ES vão ao maior festival de dança do mundo
Grupo do Espírito Santo terá 31 trabalhos no evento e quatro foram selecionados para a Mostra Competitiva, a categoria mais disputada
Mais de 22 bailarinos e três integrantes da equipe técnica vão representar a escola capixaba de dança Expressão e Arte no Festival de Dança de Joinville, em Santa Catarina, entre 19 de julho e 2 de agosto.
Considerado pelo Guinness Book o maior evento de dança do mundo em número de participantes, o festival chega, neste ano, à 43ª edição. Visto como uma vitrine da dança brasileira para o mundo, o encontro reúne artistas de diversas regiões, incentiva a troca de experiências e contribui para o aprimoramento técnico.
A diretora da Expressão e Arte, Helen Moreira, afirma que a escola teve 31 trabalhos aprovados para o festival, sendo quatro deles selecionados para a Mostra Competitiva, a categoria mais concorrida do evento.
A escola levará conjuntos na modalidade Ballet Neoclássico nas categorias Júnior e Sênior, além de participações com solistas em Dança Contemporânea e na Meia Ponta, divisão infantil da Mostra Competitiva.
Aprovações e destaques capixabas
Entre os resultados conquistados, a escola foi a única do Espírito Santo a aprovar dois conjuntos para a competição principal do festival — um reconhecimento de relevância cultural e resultado de anos de trabalho, dedicação e formação de alunos.
A diretora ressalta que não é a primeira vez que a escola integra a programação, mas avalia que, desta vez, a conquista tem um significado ainda mais especial pelo volume e pela importância das aprovações em um evento considerado a principal vitrine da dança brasileira.
Dados da participação:
- Mais de 22 bailarinos e 3 profissionais na equipe técnica
- 31 trabalhos aprovados no total
- 4 trabalhos na Mostra Competitiva
- Apresentações entre 19 de julho e 2 de agosto, em Joinville (SC)
Mobilização para viabilizar a viagem
Faltando pouco mais de um mês para a mostra, a escola está mobilizando parceiros para viabilizar a participação dos grupos e garantir que os alunos — muitos vindos de regiões com pouco acesso à formação cultural — possam levar a Joinville espetáculos à altura da conquista.
“Para os jovens, essas experiências fortalecem a disciplina, a confiança e podem abrir caminhos para formações futuras e oportunidades profissionais”, relata a diretora.
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