Um time de peso com Zélia Ducan
Novo álbum de Zélia Duncan reúne parcerias com nomes como Lenine, Zeca Baleiro e Maria Beraldo em projeto que mistura pop, folk, rock e choro-canção
Se “Pelespírito”, de 2021, foi construído inteiramente a partir da parceria lírica entre Zélia Duncan e Juliano Holanda, o recém-lançado álbum da cantora e compositora, intitulado “Agudo Grave”, chega com um time muito maior de colaboradores.
Além do nome já citado, que é coautor de “Resolvidinho”, o projeto foi criado ao lado de Ná Ozzetti (“Meu Plano”), Lenine (“Maravilha Disforme”), Zeca Baleiro (“Calmo”) e Pedro Luís (“Olhos de Cimento”).
Mas o destaque vai para as participações de Alberto Continentino e Maria Beraldo. Enquanto ele ajudou a compor as letras de “E aí, IA?”, “Importante” e “Pontes no Ar”, a talentosa Maria Beraldo não só participa vocalmente e liricamente de “Voz”, como também assina a produção e os arranjos do 21º trabalho fonográfico de Zélia.
Celebrando seus 45 anos de carreira na música, o álbum carrega uma sonoridade que mistura pop, folk, rock e choro-canção, e uma atmosfera introspectiva e experimental.
A primeira amostra do disco foi a faixa-título, escrita pela artista carioca ao lado de Lucina, com quem trabalha desde a década de 1990. Violões de aço de Tó Brandileone se sobressaem na canção.
Além das 10 inéditas, Zélia regrava “Que Tal o Impossível?”, de Itamar Assumpção, faixa que encerra o projeto.
Serviço
“Agudo Grave”
- Artista: Zélia Duncan
- Faixas: 11
- Gravadora: Independente
- Preço: R$ 19,90 (digital)
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