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TRIBUNA LIVRE

Indústria bilionária do wellness acelera e muda o mercado fitness

Mudanças no comportamento da sociedade e no setor esportivo exigem profissionais mais preparados para gestão, inovação e liderança

Ibsen Pettersen | 18/05/2026, 13:03 h | Atualizado em 18/05/2026, 13:03
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          Imagem ilustrativa da imagem Indústria bilionária do wellness acelera e muda o mercado fitness
Ibsen Pettersen é Presidente do Conselho Regional de Educação Física do Espírito Santo |  Foto: Divulgação

O mercado da atividade física, da saúde e do esporte deixou de ser apenas um espaço de prestação de serviço para se tornar um ecossistema estratégico de saúde, performance, gestão, tecnologia e impacto social. Quem não compreender essa mudança ficará preso a um modelo profissional que já não dialoga com as novas exigências da sociedade.

Hoje, não basta apenas dominar biomecânica, fisiologia ou métodos de treinamento. O profissional que cresce é aquele que entende comportamento humano, gestão, posicionamento, comunicação, inovação e construção de autoridade. A Educação Física vive uma transição histórica: sai da lógica operacional e entra definitivamente na lógica da influência social e econômica.

A verdade é que o mercado mudou profundamente. Academias mudaram. O esporte mudou. O perfil do aluno mudou. O comportamento do consumidor mudou. A relação das pessoas com saúde, estética, longevidade e bem-estar mudou. E, consequentemente, o papel do profissional também precisou mudar. Acompanhar essas transformações deixou de ser diferencial, tornou-se condição de sobrevivência profissional.

Ao mesmo tempo, cresce a necessidade de defender a essência da profissão. Em meio às mudanças do mercado, existe algo que não pode ser relativizado: propósito. A Educação Física não pode perder sua identidade formadora, educacional e humana. O profissional que entende isso consegue unir inovação sem abandonar valores.

Existe também uma nova geração de profissionais que já não quer apenas “dar aula”. Quer empreender, construir marca, liderar projetos, criar negócios, desenvolver eventos, ocupar espaços institucionais e participar das grandes decisões do setor. Esse movimento é irreversível.

No esporte e na atividade física, os projetos que mais crescem são aqueles que conseguem unir três pilares: impacto social, gestão profissional e visão de futuro.

Não há mais espaço para improviso. O mercado passou a valorizar organizações que possuem método, planejamento, governança, posicionamento claro e capacidade de entregar resultado com responsabilidade.

Estamos diante de uma mudança de era. A Educação Física brasileira vive um dos momentos mais importantes de sua história. E talvez o maior erro seja acreditar que o futuro da profissão será construído apenas dentro da quadra, da academia ou do campo. Ele também será decidido nas mesas de gestão, nas políticas públicas, nos ambientes de inovação e na capacidade que teremos de reposicionar socialmente a profissão.

Quem compreender essa transformação antes, liderará o próximo ciclo da Educação Física no Brasil.

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