Kauai Côgo sonha grande e mira elite mundial do surfe
Jovem de 15 anos é bicampeão estadual e destaque das categorias de base no Espírito Santo
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Aos 15 anos, o surfista capixaba Kauai Côgo já carrega sonhos do tamanho do oceano. Bicampeão estadual e destaque das categorias de base no Espírito Santo, o jovem da Barra do Jucu, em Vila Velha, sonha alto: quer disputar Olimpíadas, conquistar um título mundial e viajar o planeta surfando algumas das ondas mais famosas do mundo.
Mas, antes de pensar em pódios internacionais, o próximo grande objetivo do adolescente é outro: fazer sua primeira temporada no Havaí, considerado o maior templo do surfe mundial.
“Meu principal objetivo este ano é fazer minha primeira temporada no Havaí. Já fiz 15 anos, que é uma ótima idade para viver isso. Estou correndo atrás do dinheiro e buscando apoio para conseguir”, contou.
Filho de pais surfistas, Kauai cresceu cercado pela cultura do mar na Barra do Jucu. O esporte, porém, deixou de ser apenas diversão quando ele tinha cerca de 11 anos. Foi ali que surgiu o desejo de transformar o lifestyle em profissão.
“Comecei a competir mais, gostei da sensação de disputar, de ganhar, e decidi que queria levar isso para a minha vida”, relembra.
Mesmo jovem, o capixaba já acumula títulos importantes no cenário estadual. Além do bicampeonato capixaba em 2022 e 2025, também venceu circuitos tradicionais locais, como o Serrano e o Tripsicorô. Para ele, porém, as conquistas representam apenas o começo de uma caminhada muito maior.
“Quero ser campeão olímpico, campeão mundial, viajar o mundo surfando, conhecer várias ondas e viver minha vida no lifestyle do surfe”, afirma.
O sonho parece distante para muitos adolescentes, mas Kauai acredita que imaginar o futuro faz parte do processo para alcançá-lo. “Claro que eu me imagino disputando Olimpíadas e Mundial. Sei que existe um caminho até lá, mas, se eu não me imaginar nesses lugares, como vou chegar?”, questiona.
A família faz questão de manter o equilíbrio entre esporte, escola e vida pessoal. “Minha mãe sempre fala para eu aproveitar o processo, porque tudo é uma construção”, diz.
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