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CONVERGÊNCIA

Seu banco é digital, mas será que é seguro mesmo?

Praticidade dos bancos digitais cresce, mas expõe desafios cada vez maiores de segurança e exige atenção redobrada de usuários e instituições

Tasso Lugon | 16/04/2026, 12:56 h | Atualizado em 16/04/2026, 12:56
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Tasso Lugon

Tasso Lugon é CEO da Banestes DTVM e especialista em tecnologia, inovação e transformação digital. Reconhecido nacionalmente, lidera projetos que unem setor público e financeiro para gerar impacto e inclusão. Sua trajetória inclui passagens pelo Tribunal de Justiça do ES, Ministério Público Estadual, Prefeitura de Vila Velha e Governo do Estado, sempre promovendo modernização e resultados.

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          Imagem ilustrativa da imagem Seu banco é digital, mas será que é seguro mesmo?
Tasso Lugon |  Foto: Divulgação

Os bancos digitais resolveram um problema antigo: acabaram com filas, burocracia e a necessidade de ir até uma agência. Hoje, tudo acontece no celular, de forma rápida, simples e disponível a qualquer hora. Não é à toa que milhões de brasileiros migraram para esse modelo.

Abrir uma conta nunca foi tão fácil. Usar serviços financeiros também não. O banco, de fato, cabe na palma da mão.

Mas essa facilidade traz uma pergunta que muita gente ainda não se faz com a mesma intensidade: o quão seguro é esse ambiente? Quando não existe mais cofre físico, vidro blindado ou segurança presencial, toda a proteção passa a depender de sistemas, códigos e decisões tomadas em ambientes invisíveis para o cliente. E é justamente aí que está o ponto mais sensível.

Os números não deixam muito espaço para dúvida. O Brasil enfrenta bilhões de tentativas de ataques cibernéticos todos os anos. E o setor financeiro, naturalmente, é um dos principais alvos.

Casos recentes mostram que o risco não é teórico. Ataques sofisticados já conseguiram desviar valores milionários e expor fragilidades importantes, muitas vezes explorando não só falhas tecnológicas, mas também erros humanos.

E aqui vale um alerta direto: não existe sistema invulnerável. Os bancos têm investido bilhões em segurança, adotando inteligência artificial, monitoramento em tempo real e múltiplas camadas de proteção. Isso é necessário, e, de certa forma, funciona.

Mas segurança digital não é um produto que se compra pronto. É um processo contínuo. E qualquer descuido pode abrir uma brecha. Outro fator que agrava esse cenário é a escassez de profissionais especializados. Falta gente qualificada para lidar com ameaças que evoluem todos os dias.

Enquanto isso, os criminosos também avançam, usando as mesmas tecnologias para tornar os ataques mais rápidos e difíceis de detectar. Ou seja, é uma corrida constante e desequilibrada.

Ao mesmo tempo, existe um ponto que muitas vezes fica em segundo plano: o comportamento do próprio usuário. Senhas fracas, compartilhamento de informações e falta de atenção continuam sendo portas de entrada relevantes para fraudes. No fim, a segurança não está só no banco. Está também em quem usa.

Isso não significa que os bancos digitais não sejam seguros. Significa que a segurança, nesse novo modelo, é mais complexa do que parece. A conveniência veio para ficar. Dificilmente alguém vai abrir mão da praticidade de resolver tudo pelo celular.

Mas confiar sem entender os riscos pode ser um erro. A verdade é simples: quanto mais digital o banco, maior precisa ser o cuidado de todos os lados. E talvez esse seja o novo equilíbrio que ainda estamos aprendendo a construir.

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