Login

Esqueci minha senha

Não tem conta? Acesse e saiba como!

Atualize seus dados

ASSINE
Pernambuco
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
Pernambuco
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
ASSINE
Espírito Santo
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
Assine A Tribuna
Espírito Santo
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo

RELIGIÃO

Arcebispo de Vitória pede basta ao feminicídio e ao racismo

No encerramento da Festa da Penha, dom Ângelo Mezzari também convocou os fiéis a lutarem contra guerras, armas e racismo

Francine Spinassé | 14/04/2026, 16:22 h | Atualizado em 14/04/2026, 16:22
Religião

Redação A Tribuna

Siga o Tribuna Online no Google

Google icon

          Imagem ilustrativa da imagem Arcebispo de Vitória pede basta ao feminicídio e ao racismo
Vamos todos dizer não à violência, não à morte, não à guerra, não às armas, não ao feminicídio e não ao racismo”, Dom Ângelo Mezzari, arcebispo de Vitória |  Foto: Fábio Nunes/AT

Na missa de encerramento da Festa da Penha 2026, o arcebispo de Vitória, dom Ângelo Mezzari, convocou os fiéis a serem contrários à violência durante a homilia.

“Ouvindo os apelos do nosso Papa Leão 14, voltados para a imagem da Virgem da Penha, vamos pedir essa paz. Vamos dizer não à violência, não à morte, não à guerra, não às armas, não ao feminicídio e não ao racismo”.

No último dia da festa, ele também trouxe uma reflexão sobre o simbolismo do tema deste ano: “Fazei de nós instrumentos da paz”.

“Dialogar pela paz é um tema que nos une, que nos provoca, que nos compromete. Então, certamente, nessa Festa da Penha, nós, como povo capixaba, desde o Convento, a Arquidiocese e todas as instâncias — sociais, políticas, econômicas e eclesiásticas — tomamos isso do coração”, disse.

E acrescentou: “A Festa da Penha e Nossa Senhora da Penha podem ser um elo de união, de diálogo, de paz e de fraternidade. É possível gerar a paz, é possível viver a paz”.

O arcebispo também lembrou dos ecos das guerras e dos conflitos mundiais, destacando que a falta de paz também se manifesta no cotidiano, nas famílias, nos ambientes que as pessoas vivem e nas relações interpessoais.

Segundo ele, há um chamado para superar a indiferença, fortalecer a responsabilidade e reafirmar valores éticos e morais.

Nesse contexto, como citou, a Festa de Nossa Senhora da Penha, além de manter vivas as raízes religiosas e culturais do povo, também se apresenta como um convite ao bem — “paz e bem”, como dizia São Francisco.

Ao mesmo tempo, reforça o papel da Igreja, do Convento da Penha e de todas as suas instâncias na missão de favorecer e promover a paz.

Inspirado também nas palavras do papa Francisco, o arcebispo destacou a importância de “sermos artesãos da paz”.

“Podemos dizer que esse clamor pela paz nos convoca a levar o Evangelho à pessoa de Jesus, pela intercessão de Maria.”

O guardião do Convento da Penha, frei Gabriel Dellandrea, ressaltou o momento de gratidão no último dia da Festa da Penha e também falou sobre o tema.

“A festa buscou na oração atribuída a São Francisco uma inspiração para esse apelo de paz, um tema tão necessário para os nossos tempos”.

Segundo ele, os fiéis saem da festa com o compromisso e o desejo de fazer a paz acontecer em suas casas, e também no mundo.

MATÉRIAS RELACIONADAS:

SUGERIMOS PARA VOCÊ:

Religião

Religião, por Redação A Tribuna

ACESSAR Mais sobre o autor
Religião

Religião,por Redação A Tribuna

Religião

Redação A Tribuna

PÁGINA DO AUTOR

Religião