Histórias de fé: fiéis relatam gratidão à Nossa Senhora da Penha
Devoção atravessa gerações e marca presença na celebração de encerramento
Redação A Tribuna
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Quem fez questão de participar da missa de encerramento da Festa da Penha foi a cuidadora de idosos Maria da Penha Viana Neves, de 61 anos, que carrega no próprio nome uma história de fé e gratidão.
Nascida em Teixeira de Freitas (BA), ela vive no Espírito Santo desde os 15 anos e conta que recebeu o nome após a mãe fazer uma promessa a Nossa Senhora da Penha, quando ela quase morreu no parto. “Foi um milagre!”.
Devota, hoje participa da festa para agradecer pelas conquistas. Ao lado do neto Douglas, de 6 anos, reforça a devoção que atravessa gerações.
Confiança
Segurando um terço, a auxiliar de serviços gerais Cely Borges, de 68 anos, agradecia pela vida do filho, que há 11 anos sofreu um acidente de moto e quase teve a perna amputada, coincidentemente, perto do Convento da Penha, em Vila Velha.
“Entre pedidos e agradecimentos, sigo firme na fé em Nossa Senhora da Penha, confiando que, mesmo nas dificuldades, ela intercede e guia minha família com proteção, esperança e força para continuar”, destacou.
Pedido da filha
Todos os anos, a auxiliar administrativo Daniela Cândida Rodrigues, 29, faz questão de participar da programação da Festa da Penha com a família, incluindo sua mãe, Eliete Cândida Rodrigues, 48; e a tia Renata da Cruz Rodrigues, 46.
Mas este ano, o esforço para estar presente na missa de encerramento teve um incentivo a mais: o pedido da filha Maitê, de 5 anos, que não tirou o terço das mãos. “Ela acompanhava pela televisão a programação, então ficou me pedindo todos os dias para vir pessoalmente. Não teve como não estar presente”, disse Daniela.
Cenas
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