Funcionário de big tech é acusado de baixar 30 mil fotos privadas
Meta demite funcionário suspeito de acessar e baixar imagens privadas de usuários
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Um funcionário da Meta em Londres foi detido suspeito de baixar 30 mil imagens privadas de usuários do Facebook, segundo o jornal The Guardian. O homem, cuja identidade não foi divulgada, também foi demitido, confirmou a empresa.
Segundo o jornal, a Meta informou que a violação foi descoberta há mais de um ano e que, assim que tomou conhecimento, comunicou o fato à polícia. A empresa disse ainda que os usuários afetados foram notificados e que seus sistemas de segurança foram atualizados.
“Após descobrirmos o acesso impróprio de um funcionário há mais de um ano, imediatamente demitimos o indivíduo, notificamos os usuários, encaminhamos o caso às autoridades policiais e reforçamos nossas medidas de segurança. Estamos cooperando com a investigação em andamento”, disse um porta-voz da big tech.
Documentos judiciais citados pela agência de notícias Press Association indicam que o funcionário teria criado um script para contornar os sistemas internos de detecção da Meta, permitindo o download das imagens. Segundo o jornal, ele foi liberado sob fiança enquanto seguem as investigações.
Essa não é a primeira vez que a Meta esbarra no problema da falta de segurança para os dados de clientes. Em 2024, a Comissão de Proteção de Dados da Irlanda (DPC) processou a empresa em 91 milhões de euros (pouco mais de R$ 540 milhões) por guardar senhas usadas em suas redes sociais sem nenhum tipo de criptografia.
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