Novos reforços são apresentados para a defesa do Botafogo
Apresentados, Anthony e Caio Roque destacam características e aumentam leque de opções do Botafogo no setor defensivo
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O Botafogo apresentou ontem dois reforços para a sequência da temporada: o zagueiro Anthony, de 20 anos, e o lateral-esquerdo Caio Roque, de 24. Jovens, eles chegam com a missão de ampliar as opções do elenco e contribuir para um processo de renovação do grupo alvinegro neste início de ano.
Durante a apresentação oficial, ambos detalharam suas principais características em campo.
“Sou uma lateral mais ofensivo, que chega bem no último terço. Também não vou comprometer na parte defensiva. O torcedor pode esperar muita entrega”, afirmou Caio, que já fez dois jogos com a camisa alvinegra.
“Sou um zagueiro técnico, que gosta de propor jogo, com boa velocidade apesar da minha altura. Meu jogo aéreo tanto ofensivo quanto defensivo é muito bom”, completou Anthony, que ainda não estreou.
Contratado em março, Caio Roque soma participações nas vitórias sobre Mirassol e Vasco. O lateral ganhou destaque defendendo a Portuguesa no Campeonato Paulista e tem formação nas categorias de base do Flamengo, além de experiência no futebol europeu, com passagem pela Bélgica.
Anthony também foi anunciado no fim de março. O defensor tinha vínculo com o Goiás até o fim da temporada, o que facilitou a negociação. Ele chega como o terceiro reforço para o setor defensivo, juntando-se a Ythallo e Farraresi.
O Botafogo volta a campo amanhã, quando enfrenta o Caracas, da Venezuela, pela Sul-Americana.
TEXTOR
John Textor divulgou uma carta ao clube social do Botafogo propondo um aporte imediato de R$ 128,5 milhões na SAF para amenizar a crise financeira e garantir fluxo de caixa, incluindo o pagamento de salários.
Segundo o americano, não se trata de empréstimo, mas de investimento com injeção de capital em troca de novas ações, sem alterar os 10% de participação do associativo. O movimento ocorre em meio a impasses com o Grupo Eagle e após um empréstimo de US$ 25 milhões, que pode virar participação.
No entanto, para que isso ocorra, o presidente do clube social, João Paulo Magalhães, precisa assinar um documento autorizando esse movimento. A assinatura não ocorreu até o momento.
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