Real Noroeste estreia fora de casa na Série D
Após longo período de preparação, time capixaba enfrenta o Democrata/GV hoje, em Minas Gerais, às 20h30
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Depois das estreias de Vitória e Rio Branco no último sábado, chegou o dia do Real Noroeste entrar em campo pela primeira rodada do Brasileirão Série D.
O time de Águia Branca vai enfrentar o Democrata/MG, em Governador Valadares (MG), no estádio José Mammoud Abbas, o Mamudão, às 20h30, pelo Grupo A12.
No Capixabão deste ano, o Real foi eliminado para o Vitória nas quartas de final. Depois disso, passou por mais de um mês de treinamentos visando a competição nacional e a Copa Espírito Santo - que começa na próxima semana.
Em busca de um bom desempenho, o clube merengue se reforçou com algumas peças, entre elas o meia uruguaio Joaquín Fernandéz, de 23 anos, e o goleiro Camilatto, ex-Rio Branco.
Duzinho Reis, treinador da equipe, abordou sobre a meta do Real na competição. “O objetivo, no primeiro momento, é classificar para garantir a permanência na Série D. No segundo momento, passar da fase seguinte, vivendo passo a passo”.
Com relação ao rival do dia, Duzinho acredita em um confronto complicado. “O Democrata é uma equipe difícil, que tem um treinador experiente, o Cícero. É preciso procurar fazer um jogo equilibrado”, afirmou.
O time de Minas Gerais é comandado por Cícero Júnior, que teve uma curta passagem pelo Rio Branco no começo do ano, tendo comandado a equipe capa-preta em apenas sete partidas. O treinador tem experiência na Série D e conquistou o acesso à Série C em 2023 com o Athletic.
Durante a entrevista coletiva durante a semana, Cícero demonstrou confiança no desempenho do grupo.
“A expectativa é muito boa. Estamos fazendo uma intertemporada consistente, com jogadores que chegaram para somar. O grupo está focado e esperamos levar essa intensidade para a estreia. Acredito que vamos chegar bem preparados”, projetou.
Cícero também destacou o peso do apoio da torcida, ainda mais diante de um cenário preocupante: o Democrata não conquista uma vitória no Mamudão há dois anos.
“Precisamos do torcedor ao nosso lado. O Mamudão sempre foi um estádio de pressão, e queremos transformar isso em vantagem. Temos um time aguerrido, que vai lutar até o fim. Vamos usar essa energia da arquibancada a nosso favor”, concluiu.
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