Em encontro na Casa Branca, Trump e Takaichi discutem a guerra no Oriente Médio
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A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, procurou reafirmar a aliança com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante o encontro dos dois chefes de Estado na Casa Branca, na quinta-feira, 19. Mesmo com a recusa do governo japonês em ajudar Trump a liberar o Estreito de Ormuz, Takaichi disse que o Japão se opõe ao desenvolvimento do programa nuclear do Irã.
"Mesmo contra esse pano de fundo, acredito firmemente que é apenas você, Donald, quem pode alcançar a paz em todo o mundo", disse a primeira-ministra a Trump.
Durante a entrevista coletiva, Trump fez um comentário desagradável sobre o ataque do Japão a Pearl Harbor, em 1941. Ao ser questionado sobre por que os Estados Unidos não notificaram aliados antes dos ataques ao Irã, Trump respondeu: "Não contamos a ninguém sobre isso porque queríamos surpresa. Quem sabe mais sobre surpresa do que o Japão? Por que você não me contou sobre Pearl Harbor?".
Trump disse aos repórteres que discutiu com Takaichi o nível de apoio do Japão à guerra contra o Irã. "Eles estão realmente se esforçando", afirmou, sem dar detalhes.
Já Takaichi afirmou que ambos concordaram que garantir a segurança do Estreito de Ormuz era de extrema importância, mas que explicou a Trump as iniciativas que o Japão pode e não pode tomar, pela legislação do país.
Acordo nuclear
Takaichi e Trump assinaram um acordo de US$ 40 bilhões para a construção de reatores nucleares, informou a Casa Branca. A americana GE Vernova e a japonesa Hitachi devem construir reatores modulares pequenos avançados no Tennessee e no Alabama. O objetivo da iniciativa é ajudar a estabilizar os preços da eletricidade e ampliar a geração de energia nos Estados Unidos. Fonte: Associated Press.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
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