Terminal Portuário de Vila Velha investe R$ 35 milhões em novo armazém de cargas
Operação vai aumentar em 40% a capacidade de estocagem de contêineres no terminal
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O Terminal Portuário de Vila Velha (TVV) anunciou o investimento de R$ 35 milhões na ampliação de sua área de operação como hub logístico. Administrado pela Log-In Logística Integrada, o TVV já conta com cerca de 65 mil metros quadrados de área adicional, restando apenas a liberação da Receita Federal para o início das operações.
Com esta ampliação, o terminal vai aumentar a capacidade logística do Espírito Santo, e consequentemente, a movimentação de cargas pelo Estado. Em números, este investimento representa 40% a mais na capacidade de estocagem de contêineres e 90% a mais na área destinada a armazém de cargas.
“O TVV é um terminal multipropósito que atende diferentes cadeias logísticas e tipos de carga, o que permite ao Espírito Santo manter uma operação portuária diversificada e integrada às rotas de comércio exterior. Neste sentido, a nova área é fundamental para garantir a agilidade e a capacidade necessária para que o estado consiga atender às demandas do mercado”, afirma o Presidente da Log-In Logística Integrada, Marcus Voloch.
Com a área atual, cerca de 103 mil metros quadrados, o TVV movimentou (nos últimos 12 meses) aproximadamente 217 mil boxes, sendo que o pico mensal chegou a 25 mil impulsionado pela movimentação de carros elétricos.
Ainda segundo a empresa responsável pelo TVV, a ampliação do novo armazém de cargas aumenta a eficiência logística do Estado, diversifica o portifólio e cria condições para escoamento ágil de cargas estratégicas como café e rochas ornamentais.
Ainda de acordo com Voloch, o espaço já foi aprovado por órgãos como a Prefeitura de Vila Velha, Antaq, Corpo de Bombeiros e Iema, restando apenas a Receita Federal.
“A infraestrutura está pronta para entrar em operação e foi planejada para ampliar a capacidade do terminal e acompanhar o crescimento da movimentação de cargas que utilizam o estado como rota logística. Assim que houver a liberação, o Espírito Santo passa a contar com mais espaço e eficiência para atender às demandas do comércio exterior”, completou.
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