Exame teórico e prático para renovar carteira de motorista? Detran esclarece
Notícias relacionadas ao assunto surgiram nas últimas semanas deixando os motoristas preocupados
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Nas últimas semanas, publicações nas redes sociais sugeriram uma possível alteração no processo para renovação da CNH. Nessas publicações, era informado que a partir de 2025 exames práticos e teóricos seriam obrigatórios para a realização da renovação e que essa seria uma mudança aprovada pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) com o objetivo de aumentar a segurança nas vias.
A medida, no entanto, foi desmentida pelo Departamento Estadual de Trânsito do Espírito Santo (Detran-ES), após uma solicitação do Tribuna Online. Ou seja: não são necessários exames teóricos e práticos para renovar a habilitação, mas sim apenas para a primeira habilitação.
Outra mudança apontada por essas publicações foi a de que os retrovisores dos automóveis deveriam estar em perfeitas condições, sem rachaduras, desalinhamentos ou qualquer dano que prejudique a visibilidade. Caso o motorista não cumprisse com a norma, uma infração grave seria aplicada.
Essa informações causaram uma imediata reação negativa dos motoristas nas redes sociais, visto que essa prática nunca havia sido feita e que seria mais uma forma de aumentar os custos daqueles que estariam buscando renovar a sua CNH e também com o fato de manter os retrovisores em estado perfeito.
O Detran reforçou as informações divulgadas pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) de que a notícia, na verdade, é falsa. De acordo com o órgão, não houve alteração nas resoluções do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) relacionadas a renovação da CNH ou a fiscalização dos retrovisores dos veículos. As normas e a legislação vigentes sobre esses temas continuam em pleno vigor, sem modificações, finalizou a secretaria em nota.
Em um vídeo publicado no perfil oficial da Senatran no Instagram, o Secretário Nacional de Trânsito, Adrualdo Catão esclareceu que essas notícias não passam de fake news e que não sabe de onde essas publicações tiraram tais informações. Ainda reforçou que não há necessidade de preocupação e que as normas continuam as mesmas.
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