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100 profissões que não vão perder vagas para os robôs

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Economia

100 profissões que não vão perder vagas para os robôs


Não é novidade afirmar que o avanço da tecnologia já está provocando uma verdadeira revolução no mercado de trabalho. Se por um lado há ocupações que estão sendo extintas, há outras que não vão perder lugar com o crescente uso de robôs.

Com base em um levantamento feito pelo Laboratório do Futuro, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a reportagem de A Tribuna divulga uma lista com 100 profissões que, mesmo com o desenvolvimento de novas tecnologias nos próximos 20 anos, não estão ameaçadas pela automação.

Em um olhar macro, os profissionais da saúde estão em situação mais confortável, conforme avaliou Yuri Oliveira de Lima, pesquisador do Laboratório do Futuro, do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da UFRJ (Coppe/UFRJ).

“É um setor que está bem posicionado tanto em automação quanto em demanda. O envelhecimento é uma discussão mundial e isso tende a aumentar uma necessidade por pessoas do setor da saúde. E não só médicos. Tudo o que envolva, por exemplo, educação física, psicólogos, terapeutas, nutricionistas está dentro desse setor”, destacou.

Mas o pesquisador salientou que a criatividade para lidar com situações imprevisíveis, relacionamento interpessoal e o senso crítico afinado são fundamentais para essas áreas que não serão impactadas.

De acordo com o estudo, 22% dos trabalhadores brasileiros estão, hoje, exercendo funções consideradas de baixo risco de automação. Entre elas estão, por exemplo, mais de 50 especialidades médicas, cirurgiões dentistas e terapeutas.

Ao citar as áreas mais promissoras dessa indústria 4.0, a vice-presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-ES), Neidy Christo, além da área da saúde, destacou ainda as profissões da área de gestão.

“Um robô não pode tomar decisão sobre o imprevisível. Profissões que envolvem criatividade, lidar com pessoas, resolver conflitos o robô não consegue reproduzir. Eu tenho um robô que varre a minha casa. Mas ele não vai decidir pintar a cozinha de outra cor, essas decisões são minhas”, disse.

Consultora de empresas e professora Soraya Gervásio apontou que, mesmo nas áreas pouco ou não impactadas pela automação, os profissionais terão que estar atentos às mudanças tecnológicas. “Tecnologia é ferramenta de trabalho”, ressaltou.

Maioria das vagas em risco

 (Foto: Arquivo/AT)
(Foto: Arquivo/AT)

Mais de 27 milhões de trabalhadores com carteira assinada em todos os 5.570 municípios do País serão impactados pela automação nos próximos 20 anos. No Espírito Santo, o percentual de 60% de impacto corresponde a 540 mil empregos formais.

Os dados fazem parte do levantamento “O Futuro do Emprego”, do Laboratório do Futuro, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

“Os trabalhos repetitivos, como cobrador de ônibus, operador de caixa, telefonista tendem a desaparecer mesmo. Esses profissionais terão que se readequar ao mercado”, afirmou a vice-presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-ES), Neidy Christo.

Soraya Gervásio, que é consultora de empresas e professora de cursos na área de gestão de negócios, destacou que os governos federal, estaduais e municipais terão que oferecer cursos à população de baixa renda.

“O que vamos observar são vários cursos gratuitos que o governo terá que oferecer a essas pessoas em busca dessa qualificação”.


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