Uma semana após crime, polícia não tem pistas de quem matou ex-candidato a vereador
Uma semana após o ativista e ex-candidato a vereador Jonas Soprani, de 48 anos, ser morto a tiros, a polícia ainda não tem pistas sobre quem teria cometido o crime. O caso aconteceu na última quarta-feira (23), no bairro Novo Horizonte, em Linhares, na região norte do Estado.
"O caso segue sob apuração da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Linhares e até o momento não há indícios de autoria do crime, e nenhum suspeito foi detido. Nenhuma motivação do crime é descartada pela Polícia", diz a nota da Polícia Civil, encaminhada ao Tribuna Online nesta quarta-feira (30).
A polícia ainda destacou que a população pode contribuir de forma anônima para o trabalho da Polícia Civil, por meio do Disque-Denúncia 181, que também tem um site onde é possível anexar imagens e vídeos de ações criminosas, o disquedenuncia181.es.gov.br. O anonimato é garantido e todas as informações são investigadas.
No dia do crime, a Polícia Militar informou que Jonas foi executado dentro de um bar conhecido como “bar do seu Paulo”. Quando os militares chegaram ao local, a vítima ainda estava consciente e relatou não saber quem atirou contra ele ou se alguém o seguiu até o bar.
O ativista chegou a ser socorrido por uma equipe do Samu e levado para direto para a cirurgia no Hospital Rio Doce, mas não resistiu aos ferimentos. Segundo a Polícia Civil, ele levou mais de nove tiros.
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