Guerino Zanon confirma saída do PSD
Liderado por Renzo Vasconcelos, prefeito de Colatina, o PSD abandonou o barco do ex-prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini, também nesta quinta
O ex-prefeito de Linhares, Guerino Zanon, confirmou a saída do Partido Social Democrata (PSD) nesta quarta-feira (05). O político atribui a decisão à escolha do PSD de retirar o apoio à candidatura de Lorenzo Pazolini (Republicanos). O partido anunciou que vai se manter neutro na disputa.
Liderado por Renzo Vasconcelos, prefeito de Colatina, o PSD abandonou o barco do ex-prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini, também nesta quinta, em uma reviravolta que modificou o tabuleiro político para as eleições.
Até então, o PSD seria um partido central na candidatura do ex-delegado da Polícia Civil, que teria como candidata a vice-governadora Lívia Vasconcelos, primeira-dama de Colatina.
Nesta noite, Lívia não somente deixa de ser o nome para compor como vice de Pazolini, como o PSD não vai coligar com o Republicanos, noticiou o colunista de Plenário, Eduardo Maia. A informação foi colhida com as lideranças dos partidos. As tratativas entre as siglas estão encerradas.
Guerino Zanon, que já foi do mesmo partido de Ferraço e deixou a sigla em 2022 em discordância ao apoio do MDB à reeleição de Renato Casagrande, reafirmou o antagonismo político ao Partido Socialista Brasileiro (PSB) na decisão de retirada do partido.
"Neste momento, mantendo os mesmos princípios, deixo o PSD porque as conversas feitas pela direção estadual e combinadas não foram confirmadas. Agradeço a todos pela confiança. Vamos seguindo para a Vitória com Pazolini governador", afirmou em nota.
Mudança tem Meneguelli como centro
O motivo que fez com que a parceria entre PSD e o Republicanos, de Lorenzo Pazolini, morresse em horas foi o deputado estadual Sergio Meneguelli, apurou a coluna Plenário.
O Republicanos não aceitou a candidatura do parlamentar ao Senado, conforme era da vontade de Renzo. Portanto, Meneguelli deve ser confirmado com uma candidatura avulsa, independente.
A informação é de que o PSD não ficou satisfeito com Evair e Maguinha, do Partido Liberal (PL), na chapa, e que queria substituir um dos dois por Sergio Meneguelli.
O Republicanos não aceitou. Nos bastidores, o partido também não prezava da maior simpatia pela figura de Meneguelli.
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