PM é preso em São Roque do Canaã por envolvimento com o tráfico de drogas
Operação Farda Oculta apreendeu entorpecentes, balança, rádios e arma irregular; Polícia Militar não havia se manifestado até a publicação
Um policial militar investigado por envolvimento com o tráfico de drogas foi preso nesta quinta-feira (21) em São Roque do Canaã, na Região Noroeste do Estado, durante a Operação Farda Oculta.
Informações obtidas com exclusividade pela repórter Suzy Faria, da TV Tribuna/Band, dão conta de que o PM teria envolvimento com o Primeiro Comando de Vitória (PCV), ligado ao Comando Vermelho. Na casa dele, foi encontrada uma arma irregular. Ele inicialmente teria tentado resistir à prisão, mas acabou contido. Ele teria tentado destruir o celular, mas não conseguiu.
Procurada pela reportagem, a Polícia Civil do Espírito Santo, por meio do Centro de Inteligência e Análise Telemática (CIAT), informou que deflagrou a Operação Farda Oculta, resultando na prisão de um policial militar investigado por envolvimento com o tráfico de drogas na região de Santa Teresa, São Roque do Canaã, Itarana e Itaguaçu.
“As investigações apontam que o policial militar estava envolvido em atividades criminosas ligadas ao tráfico de entorpecentes, recebendo valores provenientes do tráfico de drogas, atuando em benefício da organização criminosa investigada”, afirmou a Polícia Civil em nota.
Segundo a corporação, durante o cumprimento das diligências, foram localizados entorpecentes, balança de precisão e rádios comunicadores, além de uma arma de fogo sem registro legal, apreendida na residência do policial.
Além da equipe do CIAT, atuaram nas diligências policiais civis da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) e da Superintendência de Ações Estratégicas (Siae), além de policiais militares da Corregedoria da Polícia Militar do Espírito Santo (PMES) e da 8ª Companhia Independente da PMES. Após os procedimentos, o policial será encaminhado ao Presídio Militar, anexo ao Quartel do Comando Geral da PMES.
A Polícia Militar foi procurada pela reportagem e, até a publicação desta reportagem, não havia retorno.
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