Laudo diz que comerciante encontrada em piscina morreu por afogamento
Um primeiro laudo do corpo da comerciante Euzineia Loyola Baptista, de 50 anos, encontrada morta dentro da piscina do sítio da família, localizado na região de Guaimbê, interior de Anchieta, aponta que ela morreu por afogamento.
O documento entregue à família declara que no corpo não havia sinais de estrangulamento ou agressão, e que a morte foi por afogamento. No entanto, a família espera o resultado de um laudo conclusivo para confirmar de fato a causa.
“Esse é o primeiro laudo que o DML nos entregou com o resultado da primeira avaliação. Eles nos disseram que não havia sinais de estrangulamento ou agressão, e que ela morreu afogada. O DML nos informou que um segundo laudo conclusivo ainda será entregue. Eles colheram amostras de sangue da minha tia para saber se ela ingeriu algo antes, como veneno ou outra substância”, disse a sobrinha de Euzineia, Bruna Luiza Loyola, 25.
O corpo de Euzineia foi encontrado na última terça-feira (18). O namorado dela – Alex de Almeida Barros, 42 - sumiu após o corpo ser achado e acabou preso.
Na quinta-feira, o delegado Luiz Carlos Pascoal, titular da Delegacia de Anchieta, fez o pedido de prisão temporária contra Alex e o mandado de prisão foi emitido pela 2ª Vara de Anchieta na sexta-feira.
Por volta de 23 horas de sexta-feira, ele deu entrada no Hospital Padre Máximo, em Venda Nova do Imigrante, região serrana do estado, após ingerir veneno, segundo a polícia. Acabou preso.
Na delegacia, o namorado de Euzineia não respondeu aos questionamentos dos policiais e foi encaminhado para Centro de Triagem de Viana. O acusado foi autuado pelo delegado Luiz Carlos Claret Pascoal pelo crime de feminicídio.
A família diz que tem certeza de que ele matou Euzineia. “Não temos dúvidas de que ele foi o autor do crime. Ele não confessou, mas tudo indica que foi Alex. A tentativa de se envenenar também prova isso. Esperamos que ele pague pelo crime e que fique na cadeia”, completou a sobrinha da vítima.
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