Casal de idosos é encontrado morto em BH e suspeita pode estar foragida no ES
Mulher afirmou à tia que viajaria para o Espírito Santo e ficaria em um hotel
A Polícia Civil investiga o paradeiro da principal suspeita de cometer um crime ocorrido em Belo Horizonte, Minas Gerais. A mulher, de 30 anos, teria esfaqueado um casal de idosos dentro do apartamento onde moravam, e viajado para o Espírito Santo após o crime.
LATROCÍNIO
O advogado Claúdio Atala Inácio, de 75 anos, e a esposa dele, a empresária Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio, de 76, foram encontrados mortos na tarde de terça-feira (30), com diversas perfurações por faca, dentro do apartamento onde moravam em Belo Horizonte, Minas Gerais.
A polícia suspeita que o casal tenha sido vítima de latrocínio, já que uma gaveta onde eram guardadas semijoias foi arrombada e foi constatado o desaparecimento dos celulares de ambos. As informações são do G1.
A perícia apontou que o crime provavelmente aconteceu na tarde de segunda-feira (29). Maria Clotilde sofreu cerca de sete facadas na garganta, pescoço, queixo, tórax e pelve. Já Cláudio Atala foi atingido por aproximadamente 17 golpes, principalmente no abdômen, pescoço e costas. Os dois apresentavam ferimentos compatíveis com tentativa de defesa.
SUSPEITA FOI VISTA COM MOCHILAS
A polícia aponta uma mulher de 30 anos como a principal suspeita de ter cometido o latrocínio. Ela foi vista entrando no apartamento e saindo um tempo depois vestindo outras roupas e carregando muitas sacolas e mochilas. A tia dela afirmou durante entrevista ao G1 que a sobrinha pode ter sofrido um surto, já que tem histórico de problemas de saúde mental e já chegou a ficar internada em hospital psiquiátrico.
Segundo o boletim de ocorrência, após deixar o apartamento do casal, a suspeita foi para a casa da tia, em Ribeirão das Neves, com uma mochila preta. No dia seguinte, reuniu os pertences dela e do filho e afirmou que viajaria para o Espírito Santo e que ficaria em um hotel.
A polícia investiga o paradeiro da mulher e se ela teve ajuda para fugir depois do crime. "Ao que tudo indica, existe a possibilidade de ter uma outra pessoa que possa ter ajudado, ou então buscado ela aqui no local, e também possa ter dado suporte na fuga", disse o delegado Gustavo Barletta ao G1.
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