"Pernambuco precisa reivindicar o domínio da Transnordestina", diz João Campos
Falando para empresários, Campos defendeu projetos de infrestrutura e energia para impulsionar o Estado.
O candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos, defendeu uma estratégia para fortalecer o setor energético e ampliar a capacidade do Estado de atrair investimentos.
Durante o lançamento da edição da Revista Folha Energia, promovido pela Folha de Pernambuco e pelo Grupo EQM, nesta segunda-feira (24), João destacou o potencial pernambucano na transição energética. Ele reforçou a necessidade de avançar em infraestrutura, incentivos e articulação institucional.
Incentivos para empresas e disputa por investimentos
João também defendeu uma política de incentivos capaz de fortalecer as empresas já instaladas em Pernambuco e atrair novos empreendimentos. Segundo ele, a disputa por investimentos entre os estados exige uma atuação mais estratégica do poder público.
"A gente precisa caminhar para uma lógica de subvenção, onde consiga estimular, aportando em áreas decisivas para o Estado, para manter empresas e indústrias que estão aqui e consolidar a atração de novas. A gente precisa estar preparado para aproveitar as oportunidades que estão surgindo com a transformação da economia e da matriz energética"
Transnordestina e integração de Suape ao interior
Entre as medidas consideradas estratégicas, o candidato destacou a conclusão da Transnordestina em território pernambucano. João defendeu que o Estado assuma um papel ativo na execução da obra, em parceria com o Governo Federal, e apontou a ferrovia como instrumento para integrar Suape ao interior e ampliar o escoamento da produção.
"Pernambuco precisa reivindicar o domínio da Transnordestina e poder assumir essa obra pelo Governo do Estado, construir um fundo junto com o Governo Federal. Se a gente faz esse início de obra a partir de Suape, entrando para o interior do Estado, a gente consegue viabilizar desde a produção e o escoamento de combustível. A Transnordestina não sai. Isso a gente não pode aceitar e precisa colocar como um pacto que una a todos no Estado"
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