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PERNAMBUCO QUE ENCANTA

Itamaracá em dois tempos: o único ponto da ilha para ver o nascer e o pôr do sol

Aline Moura | 04/03/2026, 17:50 h | Atualizado em 04/03/2026, 18:15
Pernambuco que encanta

Aline Moura

Carregando na bagagem experiências de sobra no Diario de Pernambuco e na Folha de Pernambuco, jornais em que atuou em todas as áreas, exceto esportes, Aline Moura integra o time do Tribuna Online PE. E com o seu olhar jornalístico, através da coluna “Pernambuco que encanta”, busca valorizar o que há de melhor nos municípios pernambucanos.

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          Imagem ilustrativa da imagem Itamaracá em dois tempos: o único ponto da ilha para ver o nascer e o pôr do sol
Onde o dia começa no mar e descansa no mangue. Em Itamaracá, o horizonte não impõe escolhas; ele oferece o ciclo completo. |  Foto: Locais e Sabores/Divulgação

O dia na Ilha de Itamaracá, no Litoral Norte de Pernambuco, não pede pressa; mas ele exige testemunha. No ‘Locais e Sabores’,  a cerca de 50 quilômetros do Recife, a geografia parece ter feito um pacto com o tempo para oferecer um privilégio raro, um "combo solar" que desafia a lógica dos deslocamentos turísticos.

Enquanto a maioria dos destinos com estrutura obriga o visitante a uma ginástica logística entre o leste e o oeste para perseguir a luz, ali o espetáculo é estático, quase insolente em sua beleza.

Neste espaço - um restaurante que também oferece piscina e opção de chalés - o sol brota com vigor das águas do Atlântico e, horas depois, mergulha com uma melancolia dourada sobre o manguezal, tingindo as águas calmas onde moradores cultivam o camarão da ilha, um espaço ainda não aberto à visitação.


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Há dias, que precisam ser programados pelos donos, em que é possível ouvir música clásssica enquanto o sol se põe |  Foto: Locais e Sabores/Divulgação

É nesse cenário, entre o mar de cor verde-esmeralda e o verde do mangue, que Antônio Júnior, 52 anos, tenta polir a "pérola" que é Itamaracá. Presidente do Trade Turístico do Litoral Norte, ele conduz o empreendimento com o rigor de quem sabe que a experiência vai além do prato de frutos do mar.

Após 30 anos de um abandono que quase apagou o brilho da ilha — que foi o epicentro do veraneio nos anos 1980 e 1990, quando as festas de carnaval na rua rivalizavam com o Recife e Olinda — o esforço agora é de resgate.

O curador de almas e destinos


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Antônio Júnior, presidente do Trade Turístico do Litoral Norte |  Foto: Locais e Sabores/Divulgação

A trajetória de Antônio Júnior é, por si só, uma metáfora da reconstrução. Educador físico de formação, ele encontrou na quiropraxia e nas terapias manuais o dom de cuidar de pessoas. Mas foi em 2012, em meio a uma crise existencial, que o "Locais e Sabores" nasceu, primeiramentente, como um blog, um grito de socorro criativo que acabou por revelar sua verdadeira vocação: o turismo de localidade.

Para ele, portanto, assumir o restaurante numa vista das mais privilegiadas e os chalés foi o passo definitivo para "sentir na pele" as dores e as delícias de quem faz o turismo acontecer.

Ele, que passou anos como crítico de gastronomia e influenciador, agora está do outro lado do balcão, gerenciando parcerias e desenhando roteiros que forçam o visitante a tirar os olhos da tela e colocá-los na Ilha. E acredite, seu projeto ainda não está acabado. Ele pensa em melhorias a cada momento.

A experiência do desconectar


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O chalé tem detalhes azuis por todos os lados, frases carinhosas, itens delicados que só podem remeter a coisas que amamamos |  Foto: Aline Moura/Tribuna Online PE

Os chalés do 'Locais e Sabores: Bela Vista' são um convite ao "olho no olho". Em uma decisão corajosa para os tempos de Wi-Fi onipresente, Antônio decidiu banir as televisões dos quartos. Existe apenas uma pequena telinha na sala de jantar, mas não dá para se espalhar e engatar uma série, por exemplo.

A proposta é não ter televisão nos quartos, para que as pessoas possam viver mais a ilha, viver mais a experiência. À noite, as pessoas podem conversar mais, interagir mais, ter algo diferente do que você realmente tem em casa. A gente sabe que a televisão, muitas vezes, faz com que a gente se conecte com filmes, com séries, mas esquece de se conectar com a pessoa que está do nosso lado" ,

A hospedagem, tratada também como joia pela sua namorada Juliana Maia, é um ritual. O hóspede recebe uma cesta de café da manhã preparada com carinho, um cartão de boas-vindas e a liberdade de usar a piscina e o restaurante sem taxas de day use.

É um ambiente simples, mas romântico, acolhedor, onde o silêncio também é parte da experiência. E se a sede bater, a carta de vinhos é o diferencial. É um lugar ideal para casal, para amigos, para mãe e filha, pai e filho ou amores, simplesmente amores. Tem até uma rede no quarto que convida a um bom livro com um taça de vinho nessa Ilha encantada, como já dizia o cantor Reginaldo Rossi.


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Igarassu e Itamaracá já foram uma única unidade administrativa e geográfica. Foi entre os dois municípios que as videiras de Portugal vingaram, algo pouquíssimo explorado |  Foto: Locais e Sabores/Divulgação

Do mar à mesa: sabores que contam histórias

Curada pela Wine Concept, a carta de vinhos de 'Locais e Sabores' foi pensada para harmonizar os vinhos com o pé na areia (ou na grama) e os frutos do mar.

A decisão também preenche uma lacuna histórica na ilha que, apesar de ser o berço das primeiras videiras portuguesas que vingaram em Pernambuco, carecia de um local que tratasse a bebida com a reverência que o cenário exige. E merece!

Para acompanhar a taça, Antônio e seu sócio, Jeremias Lima, que divide com ele a aventura de gerir o local, apostam em clássicos que já ganharam fama.

O cardápio abre com caldinhos de polvo, mariscos, sururu ou camarão, mas o protagonismo se divide entre o camarão crocante na telha e opções robustas como picanha e carne de sol.


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Nas fotos, de cima para baixo, Bacalhau com nata, Bacalhau à Gomes de Sá |  Foto: Locais e Sabores/Divulgação

Para quem busca uma experiência completa com os rótulos da casa, o Bacalhau à Gomes de Sá e o com natas são as pedidas mais elogiadas - igualmente com precinhos um pouco mais salgados.

A doçura final fica por conta da cartola tradicional com mel de engenho ou da 'Cascata': sorvete de creme com calda de chocolate e biscoitos artesanais, moldados pelas mãos das freiras beneditinas do Mosteiro de Olinda.


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Doces que só de olhar dão água na boca: cartola e cascata de sorvete com biscoitos artesanais |  Foto: Locais e Sabores/Divulgação

O bugue como máquina do tempo


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Com uma área ampla e aberta, grupos constumam se confraternizar no espaço, inclusive aproveitando apenas o day use. |  Foto: Locais e Sabores/Divulgação

Para Antônio, quem fica trancado no quarto não conhece Itamaracá. Por isso, ele costurou parcerias com os poucos, mas resistentes, guias e bugueiros da região. Se em Porto de Galinhas, no Litoral Sul, são 500 bugueiros, em Itamaracá são cerca de 10 — mas esses dez conhecem cada grão de areia e cada ruína. O passeio é uma uma viagem ao passado de Pernambuco.

O roteiro pode passar por Vila Velha, onde a Igreja de Nossa Senhora da Conceição mantém uma disputa secular com Igarassu sobre quem detém o título de templo mais antigo em atividade no Brasil, datando de 1528. Segue-se para o Engenho São João, o primeiro engenho a vapor das Américas, e as ruínas do Engenho Amparo.

"Tudo isso é feito com o guia", explica Antônio. É uma imersão que passa pela Trilha dos Holandeses, pela Ponte Terra Brasilis e pelas ruínas do Padre Tenório, culminando na Fortaleza de Santa Cruz, mais conhecida como Forte Orange, e na Coroa do Avião (a ilha dentro da Ilha).

Mas o turismo de experiência de Antônio vai além dos monumentos de pedras. Ele envolve a vida que pulsa nos mangues, na Mata Atlântica e nas pessoas da ilha, que trilham uma luta própria: a de se unirem para crescer junto, após tantas adversidades.

Através do guia Alexandre, conhecido de Antônio, grupos de trilheiros também podem se embrenhar pela vegetação para conhecer outros roteiros alternativos (e igualmente incríveis). Neles, o protagonismo é da fauna, dos próprios nativos e dos frutos do mar. "Aqui tem muitos caminhos e histórias contadas por pessoas, tem raposa, tamanduá, tatu, enfim, a ilha é riquíssima de vida. Às vezes você consegue ver bicho-preguiça nessas trilhas", conta.

A geopolítica do abandono: uma pausa para reflexão

A conversa com Antônio Júnior inevitavelmente esbarrou na política e na economia que moldaram o Litoral Norte nas últimas décadas. Ele guarda na memória o momento em que o "eixo do desenvolvimento" virou as costas para Itamaracá.

"No final da década de 1990, o Summerville ia ser construído em Paulista, outra cidade do Litoral Norte (no Grande Recife), porém eles receberam uma proposta mais interessante de terras lá em Muro Alto. O Summerville foi pra lá, levando boa parte do investimento e o olhar do governo", relembra.

Por outro lado, enquanto celebridades como Xuxa e Luciano Huck começaram a fazer propaganda gratuita do Litoral Sul, conhecido pelas águas mornas e azuis e seus, Itamaracá sentia, cada vez mais, o peso do "presente de grego" da Penitenciária Professor Barreto Campelo, construída na década de 1970 perto da Praia do Sossego, também na Ilha.

Aos poucos, para ficar perto de seus parentes presos, familiares começaram a construir moradias irregulares no local e tudo foi esmaecendo a beleza da Ilha. 

O marketing governamental passou a focar no Litoral Sul, e o Norte ficou com o estigma da insegurança e o gargalo da PE-35. "Um trecho que pode se fazer em 45 minutos, termina se fazendo, em horários de pico, em 2 horas por conta do engarrafamento. A falta de acessos faz com que as pessoas fiquem irritadas com o trânsito", lamenta.

Ele também cita o déficit é numérico e cruel: o Litoral Norte inteiro possui menos de 2 mil leitos, contra os 35 mil do Litoral Sul. Para equilibrar essa balança, o Trade, sob a liderança de Antônio, entregou uma carta-compromisso à governadora Raquel Lyra (PSD), que, para ele, tem respondido com investimentos na requalificação das PEs e a promessa (já cumprida) de retirada do presídio. Ufa!

A mudança...

Diz um sonho grande, Antônio? pede a colunista do Pernambuco que encanta ao empreendedor. E ele responde sem titubear. Ver a transformação do aeródromo de Igarassu em um aeroporto capaz de receber voos charter. Esse voo fretado é uma operação de transporte aéreo que não faz parte da malha aérea regular das companhias.

"Hoje, quando o turista chega no aeroporto do Recife, é muito mais rápido levá-lo para Porto de Galinhas do que trazê-lo para Itamaracá. Se a gente tiver o aeroporto em Igarassu, mudamos a realidade do turismo no Litoral Norte", afirma.

A ostra entreaberta

Apesar das dificuldades — das ruas com baixa infraestrutura à ponte que sufoca o fluxo — Itamaracá dá sinais de que a pérola está quase pronta para sair da ostra e brilhar. Seis jovens da comunidade estão replantando o mangue, protegendo o berçário da vida marinha e garantindo que o cenário que encanta os visitantes do ‘Locais e Sabores’ continue existindo.

O fechamento desse roteiro de resistência e prazer também pode tem a indicação de Antônio para o vizinho e parceiro, Alessandro Albertini, dono da vinícola artesanal mais próxima do mar no País. A apenas 800 metros do mar, Alessandro mantém a vinícola conhecida como "Videira que Dança", onde a uva Bastardo, extinta no Brasil por cerca de 500 anos, voltou a brotar para se transformar num vinho mágico feito de forma artesanal.

Tudo na pequena vinícola de Alessandro parece ter saído da literatura fantástica. É como se fosse pequena e gigante ao mesmo tempo, com braços e corações saídos de um único homem!

"No final da tarde, a nossa maior proposta é aproveitar o 'Locais e Sabores' e sempre terminar lá no restaurante, para ver o pôr do sol fantástico, contemplando com um espumante ou com um vinho, e uma boa comida", convida Antônio. Já para os madrugadores, ele avisa, quase tímido por ter tanta beleza num só lugar, mesmo na simplicidade: o sol nasce em frente aos chalés, com vista para o oceano.


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O por do sol dando seu mergulho e quase beijando o mangue: poesia pura |  Foto: Locais e Sabores/Divulgação

A alma dos lugares que cantam

Itamaracá hoje é um canteiro de esperas, mas também de ações concretas. Entre uma taça de vinho artesanal, a carta de vinhos única de Antônio e o mergulho do sol sobre o manguezal, a ilha vai, enfim, quebrando a casca da ostra.

"Tem muito a melhorar, mas a gente está atraindo as pessoas pelas belezas naturais, pela boa gastronomia, pela boa experiência. Resgatar o turismo de experiência de Itamaracá, porque as pessoas nem sabem, nem acreditam que tem tanta coisa ali para se conhecer", finaliza o homem que aprendeu a ler os sinais do horizonte.


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O nascer do sol em frente aos chalés |  Foto: Locais e Sabores/Divulgação

Para Antônio, a Ilha de Itamaracá é como esse cenário raro que ele agora oferece aos visitantes: um lugar onde o nascer e o pôr do sol não se anulam, mas se abraçam. Ele cuida da ilha com a mesma paciência de quem espera o grande astro cruzar o céu, certo de que, se o amanhecer no mar é uma promessa, o mergulho dourado no manguezal é a prova de que, no tempo certo, a pérola de Itamaracá brotará da ostra. E são muitas no Litoral Norte. Um berçario!


Serviço: planeje sua visita ao ‘Locais e Sabores’

Localização: Praia de Jaguaribe (área Norte da Ilha), próximo ao Centro Cultural de Lia de Itamaracá. O restaurante fica a aproximadamente 10 km da Praia do Forte.

Hospedagem: Chalés românticos (ou para duplas que se amam) equipados para desconexão (frigobar, fogão elétrico, utensílios e sanduicheira). Não há TV nos quartos para estimular a interação. Há uma tela bem pequena na área de jantar. Quem não quiser abrir mão do aparelho no quarto, pode levar um laptop. O valor da hospedagem é R$ 250.

Área aberta com grama: Espaço para eventos de confraternização, inclusive para grupos de pessoas idosas

Gastronomia e vinhos: Cardápio focado em frutos do mar e petiscos variados. A carta de vinhos (brasileiros, argentinos, chilenos, espanhóis e portugueses) tem preços acessíveis, variando entre R$ 44 e R$ 99.

As comidinhas: Os preços individuais dos executivos vão de R$ 29 a R$ 46 e os pratos À la carte para duas pessoas variam de R$ 99 a R$ 200

Lazer e passeios:

Day Use: R$ 20 por pessoa (isento para hóspedes).

Passeio de Bugue: Cerca de R$ 250 (média), com roteiros que incluem Vila Velha e engenhos históricos.

Diferencial Único: Único ponto da ilha com estrutura para contemplar o nascer do sol (mar) e o pôr do sol (manguezal/camarões) sem deslocamentos.

Indicação da coluna Pernambuco que encanta: Passe mais de um dia, se puder

Contatos: 

@locaisesaboresdabelavista

@antoniojuniortrade

@jumaiaviagens

Antonio Junior:81-993406931

Juliana Maia: 81-99995-7743

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Carregando na bagagem experiências de sobra no Diario de Pernambuco e na Folha de Pernambuco, jornais em que atuou em todas as áreas, exceto esportes, Aline Moura integra o time do Tribuna Online PE. E com o seu olhar jornalístico, através da coluna “Pernambuco que encanta”, busca valorizar o que há de melhor nos municípios pernambucanos.

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A coluna Pernambuco que encanta, do Tribuna Online PE, revela histórias inspiradoras dos municípios pernambucanos e seus moradores. Com olhar sensível, informativo e analítico, valoriza as riquezas humanas, econômicas e culturais do estado, mostrando quem transforma comunidades com criatividade, coragem e afeto.