Líderes mundiais condenam disparo de tiros em jantar com Trump nos EUA
Presidente Donald Trump e a primeira-dama Melania Trump foram retirados às pressas do jantar por agentes do Serviço Secreto
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Líderes mundiais condenaram, na madrugada deste domingo (26), o disparo de tiros no jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca, nos Estados Unidos. O presidente Donald Trump e a primeira-dama Melania Trump foram retirados às pressas do jantar por agentes do Serviço Secreto, na noite de sábado (25).
"O ataque armado contra o presidente dos Estados Unidos na noite passada é inaceitável. A violência não tem lugar em uma democracia", disse o presidente da França, Emmanuel Macron. "Estendo meu total apoio a Donald Trump."
A presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou que a violência nunca é uma opção para os que defendem os valores da paz. "Condenamos veementemente a tentativa de ataque contra o presidente Donald Trump e sua esposa, Melania Trump. Desejamos o melhor a eles e a todos os presentes no jantar dos Correspondentes", disse.
"A violência não tem lugar em uma democracia. Decidimos por maiorias, não pela arma", disse o chanceler alemão Friedrich Merz.
"A violência nunca deve ser o caminho", afirmou a presidente do México, Claudia Sheinbaum.
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, afirmou estar chocado com as cenas no jantar. "Qualquer ataque às instituições democráticas ou à liberdade de imprensa deve ser condenado nos termos mais veementes possíveis".
"Um evento destinado a homenagear a imprensa livre jamais deveria se tornar um cenário de medo", disse Kaja Kallas, chefe de política externa da União Europeia.
Já o premiê do Canadá, Mark Carney, disse estar aliviado com o fato de Trump, Melania e todos os convidados estarem a salvo após os disparos. "A violência política não tem lugar em nenhuma democracia e meus pensamentos estão com todos aqueles que foram abalados por este evento perturbador", declarou.
Alívio também foi a palavra usada pelo premiê do Japão, Sanae Takaichi. "A violência nunca pode ser tolerada em qualquer lugar do mundo", disse.
"Aplaudimos o trabalho do Serviço Secreto e das agências de segurança pública por sua ação rápida", disse o premiê da Austrália, Anthony Albanese.
O premiê da Índia, Narendra Modi, desejou que o presidente e o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, além da primeira- dama, continuem em segurança. "A violência não tem lugar em uma democracia e deve ser condenada de forma inequívoca".
"Profundamente chocado com o perturbador incidente de tiroteio no jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca em Washington", disse o premiê paquistanês Shehbaz Sharif. "Aliviado em saber que o presidente Trump, a primeira-dama e os demais presentes estão em segurança".
Nancy Pelosi, ícone democrata e opositora a Trump, também manifestou alívio e elogiou os agentes do Serviço Secreto e das forças de segurança dos Estados Unidos pela ação rápida para proteger o local e as pessoas presentes.
"Como alguém cuja família sofreu violência política, minhas orações estão com o policial ferido e todos os afetados pelo trauma desses incidentes terríveis", disse.
Outro líder democrata, o governador da Califórnia, Gavin Newsom, afirmou que a violência nunca é aceitável. "Uma imprensa livre é fundamental para o nosso país", afirmou.
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