Palmeiras recebe o Santos que não terá Neymar
Desde que retornou ao Santos, o atacante atuou apenas uma vez em estádio com piso sintético, a Arena MRV, do Atlético/MG, em setembro do ano passado
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Palmeiras e Santos se enfrentam hoje, às 18h30, no clássico que marcará a “despedida” do Allianz Parque. O Palmeiras lidera o Brasileirão com 32 pontos em 13 partidas e registra o seu melhor início da competição na história dos pontos corridos. São seis pontos de vantagem para Flamengo e Fluminense, segundo e terceiro colocados, respectivamente, e 12 partidas de invencibilidade na temporada, considerando jogos do Brasileirão, da Copa do Brasil e da Libertadores.
No entanto, o time de Abel Ferreira tem sido cobrado para praticar um futebol melhor do que o jogo burocrático que tem apresentado, com evidente dificuldade para criar e finalizar as jogadas. As últimas duas partidas, principalmente, suscitaram críticas por causa do desempenho ruim diante de Bragantino (1 a 0) e Cerro Porteño (1 a 1). Nas duas ocasiões, a equipe abriu o placar, se retrancou e abriu mão de jogar.
O Palmeiras venceu os quatro últimos clássicos contra o Santos como mandante - dois pelo Paulistão de 2024, incluindo a final, um pelo Brasileirão de 2025 e o mais recente pelo Estadual deste ano. No Allianz Parque, onde perdeu uma vez para o rival em 16 confrontos, está invicto há 10 duelos, e ganhou todas as cinco partidas que fez em seu estádio no ano.
Paulinho é a grande novidade do Palmeiras para o jogo. O atacante concluiu o seu longo processo recondicionamento físico depois de se recuperar da fratura por estresse na tíbia que exigiu cautela para a volta do atleta aos gramados. São quase dez meses sem atuar.
O Santos abre a rodada na zona de rebaixamento. É o 17º, com 14 pontos, e tem somente uma vitória nos últimos oito jogos. Neymar, mais uma vez, está fora. Cuca já havia dito não sabia se contaria com o camisa 10 por causa “das coisas que ele pensa que ele pensa em relação ao gramado sintético”.
Desde que retornou ao Santos, o atacante atuou apenas uma vez em estádio com piso sintético, a Arena MRV, do Atlético/MG, em setembro do ano passado. E saiu se queixando da superfície. “Comprovado, é uma m**”. Restarão quatro jogos para Neymar convencer Ancelotti de que merece estar na convocação final para Copa do Mundo.
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