Clubes capixabas lamentam morte de Geovani Silva
Giovani morreu na madrugada desta segunda-feira (18), vítima de uma parada cardíaca
Os clubes do futebol capixaba lamentaram, por meio das redes sociais, a morte do ex-jogador Geovani Silva, um dos maiores símbolos do esporte no Espírito Santo. Giovani morreu na madrugada desta segunda-feira (18), vítima de uma parada cardíaca.
Clube em que o jogador se consagrou e se tornou ídolo, a Desportiva Ferroviária se pronunciou em nota nas redes sociais. "O povo grená está de luto. Descanse em paz, craque. Nosso ídolo, nosso gênio", lamentou.
Em nota, o Vitória F.C. se solidarizou com familiares, amigos e admiradores, e desejou força e conforto a todos. "'O Pequeno Príncipe” levou o nome do Espírito Santo para o cenário nacional e internacional", escreveu o clube.
O Rio Branco Atlético Clube escreveu: "Hoje nos despedimos de um dos maiores ídolos da história do futebol capixaba e brasileiro".
Em nota de pesar, o Serra Futebol Clube também lamentou o falecimento de Geovani. "Construiu uma trajetória marcada por talento, liderança e amor ao esporte, tornando-se uma das maiores referências do nosso futebol", disse o clube.
O Rio Branco VNI também manifestou profundo pesar pelo falecimento de Geovani Silva. "Um dos maiores ídolos da história do futebol capixaba e brasileiro", escreveu.
A Torcida Grenamor, principal torcida do Desportiva Futebol Clube, afirmou que Geovani formou a base da torcida. "Sempre demonstrou amor e respeito pela torcida da Desportiva, se tornando um símbolo do futebol capixaba", escreveu.
Quem foi Geovani Silva
Nascido em Vitória, em abril de 1964, Geovani Silva iniciou sua carreira na Desportiva Ferroviária. Ele chegou ao Vasco da Gama em 1982 e se tornou um dos maiores meias da história do clube. Pela seleção brasileira, Geovani foi o melhor jogador do Mundial sub-20 em 1983, medalha de prata nos Jogos Olímpicos Seul 1988 e campeão da Copa América de 1989.
No exterior, o capixaba defendeu o Bologna, da Itália; o Karlsruher, da Alemanha; e o Tigres, do México. Aposentou-se em 2002, quando passou a se dedicar à política.
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