Grupo J: atual campeã tem caminho tranquilo na primeira fase
Com Messi em sua última Copa, Argentina chega como favorita na chave, enquanto Argélia e Áustria brigam pela segunda vaga
Atual campeã mundial, a Argentina surge como ampla favorita e deve ter um caminho tranquilo no Grupo J da Copa do Mundo, que também conta com Argélia, Áustria e Jordânia.
Enquanto os argentinos chegam embalados por um ciclo vitorioso sob o comando de Lionel Scaloni, argelinos e austríacos aparecem como principais candidatos à segunda vaga ao mata-mata. Já a Jordânia tenta surpreender em sua estreia histórica no Mundial.
A Argentina entra no torneio com o objetivo de alcançar um feito raro: conquistar títulos consecutivos de Copa do Mundo. Tricampeã mundial, a seleção albiceleste mantém a base responsável pelo título no Catar e segue liderada por Lionel Messi, que, aos 38 anos, disputará sua sexta Copa.
Mesmo em reta final de carreira, o camisa 10 continua sendo o principal símbolo da equipe. Ao seu redor, jogadores como Enzo Fernández, Alexis Mac Allister, Julián Álvarez e Emiliano Martínez garantem qualidade e experiência a uma seleção que chega entre as favoritas ao título ao lado de França e Espanha.
Por trás dos argentinos, a disputa promete ser intensa. A Argélia retorna ao Mundial após 12 anos e tenta repetir ou superar sua melhor campanha, alcançada em 2014, quando caiu apenas nas oitavas de final diante da futura campeã Alemanha.
O técnico Vladimir Petkovic conta com uma geração competitiva liderada pelo experiente Riyad Mahrez, além do artilheiro Mohamed Amoura e do lateral Rayan Aït-Nouri.
A Áustria também reaparece na Copa após uma longa ausência. Fora do torneio desde 1998, a equipe comandada por Ralf Rangnick aposta em um modelo de jogo intenso, baseado em pressão alta e transições rápidas.
Nomes como David Alaba, Marcel Sabitzer e Konrad Laimer dão consistência a uma seleção que cresceu nos últimos anos no cenário europeu. Embora não possua o mesmo peso histórico das grandes potências, chega credenciada para disputar diretamente a segunda colocação do grupo.
Correndo por fora está a Jordânia. Estreante em Copas do Mundo, a seleção asiática chega sem estrelas de alcance global, mas embalada pela campanha histórica nas eliminatórias e disposição para a contrariar as previsões.
O principal nome é Mousa Al-Taamari, destaque do futebol francês e responsável por liderar tecnicamente a equipe.
Argentina
Sonha com o bi
Para muitos, a Argentina chega à Copa do Mundo de 2026 como a principal candidata ao título. Atual campeã mundial e vencedora da Copa América de 2024, a equipe comandada por Lionel Scaloni manteve a base que conquistou o torneio no Catar e atravessou as Eliminatórias Sul-Americanas com ampla superioridade.
Mesmo aos 38 anos, Lionel Messi segue como referência técnica e líder de um elenco repleto de talentos, como Enzo Fernández, Alexis Mac Allister, Julián Álvarez e Lautaro Martínez.
Apesar das críticas pelo baixo nível dos amistosos disputados no ciclo, os argentinos mantiveram regularidade e resultados expressivos. Em um Grupo J sem grandes potências, a Albiceleste desponta como favorita absoluta à liderança e sonha em alcançar um raro bicampeonato consecutivo.
Argélia
Geração experiente
A Argélia chega à Copa do Mundo de 2026 cercada de expectativas após uma campanha sólida nas Eliminatórias Africanas. De volta ao torneio após 12 anos, a seleção comandada por Vladimir Petkovic aposta em uma geração experiente e acostumada ao futebol europeu para tentar repetir, ou até superar, a histórica campanha de 2014, quando alcançou as oitavas de final.
O principal nome segue sendo Riyad Mahrez, líder técnico e referência ofensiva da equipe, que também conta com jogadores de destaque como Houssem Aouar, Rayan Aït-Nouri e Mohamed Amoura.
Com apenas uma derrota nas Eliminatórias e bons resultados nos amistosos do ciclo, os argelinos chegam embalados e aparecem como fortes candidatos a disputar com a Áustria a segunda vaga do Grupo J.
Áustria
Retorno com autoridade
De volta à Copa do Mundo após 28 anos, a Áustria chega embalada por uma das melhores fases de sua história recente. Sob o comando de Ralf Rangnick desde 2022, a seleção europeia consolidou um estilo de jogo intenso, baseado em pressão alta e transições rápidas, características que a levaram à liderança de seu grupo nas Eliminatórias.
Embora não figure entre as favoritas ao título, a equipe aparece como forte candidata a avançar à 2ª fase. A experiência de David Alaba, a qualidade de Marcel Sabitzer e Konrad Laimer no meio-campo e o poder de decisão de Marko Arnautovic formam a espinha dorsal do time.
Jordânia
Momento histórico
A Jordânia chega à Copa do Mundo de 2026 vivendo o momento mais importante de sua história no futebol. Estreante em Mundiais, a seleção asiática conquistou a classificação após uma campanha surpreendente nas Eliminatórias e agora tenta transformar o sonho em uma participação competitiva.
Sob o comando de Jamal Sellami, a equipe aposta na organização tática e no espírito coletivo para compensar a falta de experiência em grandes torneios.
O principal destaque é o atacante Mousa Al-Taamari, do Rennes, principal referência técnica e jogador de maior projeção internacional do elenco. Considerada a equipe mais fraca do Grupo J, a Jordânia entra sem a pressão por resultados, mas motivada para alcançar marcas inéditas, como conquistar seus primeiros pontos e gols em Copas do Mundo.
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