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Famosos

Emicida diz que não está acusando Fióti de roubo em disputa na Justiça

Os irmãos estão no centro de um processo em torno dos lucros da Lab Fantasma, empresa fundada por ambos em 2009


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Imagem ilustrativa da imagem Emicida diz que não está acusando Fióti de roubo em disputa na Justiça
|  Foto: - Reprodução/redes sociais

O rapper Emicida afirmou em nota publicada em suas redes sociais na tarde desta sexta-feira (04) que não está acusando o irmão, o empresário e também artista Evandro Fióti, de roubo. Os dois estão no centro de uma disputa judicial em torno dos lucros da empresa Laboratório Fantasma, que eles fundaram há 15 anos.

O texto diz que Leandro, o nome de batismo de Emicida, "não está de acordo com a abordagem adotada por alguns veículos de comunicação, que têm se utilizado de termos como 'roubo' e 'desvio' na tentativa de traduzir o objeto da disputa judicial em curso, fruto de uma precipitação de uma das partes, que resultou em divulgações de informações distorcidas".

"Estes nunca foram os termos utilizados por Leandro, seja em seus comunicados, seja nas suas manifestações nos autos do processo", segue a publicação nas redes sociais.

"A decisão de Leandro de encerrar a parceria com Evandro não foi repentina ou inesperada. Trata-se de uma decisão madura e tomada após diversas tentativas de alcançar uma harmonia entre ambos em relação a inúmeras questões essenciais à gestão do negócio e da carreira do artista Emicida."

"Feitos esses esclarecimentos, é desejo de Leandro que seja possível alcançar um acordo amigável entre as partes, sendo que a paz volte a reinar entre os irmãos. Neste sentido os advogados de ambos já reestabeleceram o contato."

O fim da parceria entre os irmãos, que veio a público na semana passada, envolve uma batalha milionária. Em processo que corre na Justiça de São Paulo, o rapper acusa o irmão de fazer saques indevidos da produtora em valores que chegam a R$ 6 milhões.

Depois de identificar as retiradas, em janeiro deste ano, Emicida anulou uma procuração que dava a Fióti poderes de gestão na sociedade, barrando o acesso dele às contas do Laboratório Fantasma. Foi aí que o caso parou nos tribunais. Fióti pede na Justiça para ter o acesso às contas restabelecido. Também quer que o irmão seja impedido de retirar dinheiro da empresa ou assinar novos contratos. O processo corre na esfera cível.

O empresário, que também é músico, diz que as acusações do rapper são infundadas e que está arrasado com a briga. Segundo Fióti, as transferências de dinheiro eram retiradas de lucros a que tinha direito —e elas teriam sido informadas ao irmão.

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