'Amazônia', mostra de Sebastião Salgado, ficará em exposição por três meses no ES
Gratuita, a visitação para a mostra fotográfica exige reserva online do ingresso para o dia desejado
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A exposição “Amazônia”, do fotógrafo Sebastião Salgado, ficará disponível para visitação durante três meses no Cais das Artes, em Vitória. Marco da inauguração do Museu como espaço cultural do Espírito Santo, a exposição é considerada uma das mais impactantes da fotografia contemporânea.
Gratuita, a visitação para a mostra fotográfica exige reserva do ingresso para o dia desejado, que deve ser feita no site oficial do Cais das Artes, no endereço - https://caisdasartes.byinti.com/#/event/cais-das-artes-75660.
A exposição reúne mais de 200 obras do renomado fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado, que faleceu no ano passado em decorrência de uma leucemia.
A exposição
A exposição "Amazônia" promete uma jornada sensorial ao visitante, com fotografias em grande formatos suspensas em diferentes alturas, acompanhadas por vídeos com depoimentos de lideranças indígenas, estruturas inspiradas em ocas indígenas e integração entre som, imagem e espaço.
Com curadoria de Lélia Wanick Salgado, a mostra busca proporcionar uma experiência imersiva, com fotografias, vídeos e trilha sonora que revelam não apenas a grandiosidade da floresta, mas também a força e a sabedoria de seus povos originários.
A exposição também conta com trilha sonora original, composta pelo músico francês Jean-Michel Jarre. A composição de 50 minutos foi criada a partir de registros sonoros coletados na Amazônia ao longo de várias décadas. Sons da floresta e elementos da cultura indígena ecoam pelo espaço, criando uma atmosfera que ressoa no corpo e permanece na memória.
Durante a visitação, o público também poderá assistir a sete filmes com depoimentos de lideranças indígenas, gravados em suas próprias línguas. Os relatos abordam território, cultura, modos de vida e os desafios da preservação, reafirmando o papel central dos povos indígenas na narrativa da exposição.
A experiência é ampliada por dois grandes espaços de projeção: Em um deles, paisagens amazônicas ganham vida ao som do poema sinfônico “Erosão – Origem do Rio Amazonas”, de Heitor Villa-Lobos. No outro, retratos de povos indígenas são apresentados com trilha sonora composta por Rodolfo Stroeter, criando um diálogo profundo entre imagem, identidade e som.
Cenas
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