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| 14/03/2020, 08:12 h | Atualizado em 14/03/2020, 08:18
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Folha de São Paulo

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Medidas de estímulo para evitar que a economia pare com o coronavírus criaram um novo contraponto entre Jair Bolsonaro e João Doria (PSDB-SP). O paulista lançou linha de crédito subsidiado (com juros mais baixos que os de mercado), o que está fora do radar dos bancos federais.

Antes mesmo de a crise estourar, a letargia do BNDES já era alvo de reclamação. Dos pedidos feitos por governadores que assumiram ou renovaram seus mandatos em 2019, nenhum foi atendido até agora.

Voo baixo - Dos R$ 113 milhões solicitados em 2019, só um empréstimo de Santa Catarina, no valor de R$ 25 milhões, chegou ao estágio final de liberação, mas o dinheiro não saiu. Segundo o governo estadual, a União não autorizou a operação porque o estado havia excedido o limite de endividamento. A expectativa é liberar o valor ainda em 2020.

Verão passado - A assessoria do BNDES informou que desembolsou R$ 1,13 bilhão a estados no ano passado, mas não informa de quais anos foram os pedidos atendidos.

Gordura - Ex-presidente do BNDES, durante o governo Michel Temer, Paulo Rabello de Castro afirma que estímulos ao crédito são mais efetivos e céleres do que incentivos que aumentem os gastos públicos, como muitos pedem hoje. "É como dizer a um obeso que ele deve engordar mais para ficar bom". O economista também é veterano da Universidade de Chicago, como Paulo Guedes.

Ferramenta - Paulo Rabello, no entanto, critica o atual encolhimento do BNDES. Uma linha de crédito para estados usarem na segurança pública foi fechada em 2019, lamenta. "O que se pede é que o BNDES dê resposta como em 2008, o que fez com muita eficácia".

Big fone - Responsável pela área econômica de São Paulo, o ex-ministro Henrique Meirelles recebeu ligação de Paulo Guedes nesta semana. O ministro pediu que o ex evitasse criticá-lo neste momento.

Na mesma - A Caixa anunciou nesta sexta (13) que tem R$ 75 bilhões para emprestar, em caso de necessidade. Funcionários de bancos concorrentes viram no gesto uma dose de marketing, uma vez que são linhas que já rodam no banco.

Cartão amarelo - Embora insatisfeitos com o que consideram falta de ação de Guedes, deputados dizem que não trabalham pela sua saída neste momento.

Deu ruim - O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), decidiu vetar o projeto de lei que previa a construção do Parque Municipal Bixiga, na região central da cidade.

Não vale - O veto foi assinado na noite desta sexta-feira (13). Auxiliares afirmam que havia problemas técnicos no projeto e que, pelas leis vigentes, não seria possível aplicar o mesmo mecanismo utilizado no Parque Augusta.

Vai longe - A criação do parque envolve uma disputa de terreno que se arrasta há 40 anos entre o dramaturgo Zé Celso e o empresário Silvio Santos. O grupo Silvio Santos tem o plano de construir três prédios na região, ao lado do Teatro Oficina, fundado por Zé Celso.

De volta - O Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) registrou em janeiro sua maior produção desde o início do governo Jair Bolsonaro. Depois de ficar praticamente paralisado, o órgão fez 1.019 relatórios de inteligência (RIFs) no início deste ano.

Paralisado - A retomada do trabalho vem depois de ter caído de produção a índices que existiam em período anterior à Lava Jato. Em julho do ano passado, Toffoli determinou a suspensão de investigações criminais pelo país que usassem dados detalhados de órgãos de controle. Além disso, o Coaf passou por mudanças de ministérios.

Chumbo grosso - A deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP) tem se movimentado para ter no grupo de apoio à sua candidatura em São Paulo um número significativo de militares concorrendo ao cargo de vereador. Entre os membros da tropa devem estar Coronel Soffner e Coronel Velozo.

Visita à Folha - O deputado federal Alessandro Molon (PSB-RJ) visitou a Folha nesta sexta-feira (13). Estava acompanhado de Leonardo Santos, assessor de imprensa.

TIROTEIO

"Todos que tentam trabalhar terminam alvejados pelas costas. O Brasil ainda vai enxergar quem são Bolsonaro e seus filhotes".

De Gustavo Bebianno, ex-ministro do governo Jair Bolsonaro, sobre o processo de fritura de que agora é alvo o ministro Luiz Eduardo Ramos

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