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Opinião Econômica

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Colunista

Aeroporto do Caxixe: o que falta para virar realidade?

Aeroporto Regional das Montanhas Capixabas, em Venda Nova do Imigrante, é a peça que falta para conectar economia, turismo, mobilidade e segurança

Alexandre Schubert | 27/08/2025, 11:08 h | Atualizado em 27/08/2025, 11:08

Imagem ilustrativa da imagem Aeroporto do Caxixe: o que falta para virar realidade?
Alexandre Schubert é presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário |  Foto: Reprodução/AT

O Espírito Santo vive hoje um momento logístico histórico. A combinação entre a força do seu complexo portuário, os anúncios de ampliação da produção da Petrobras e a implantação do Parklog, entre outras iniciativas, projetam o Estado a um novo patamar de desenvolvimento.

Nesse cenário, o Aeroporto Regional das Montanhas Capixabas, em Alto Caxixe, Venda Nova do Imigrante, a 20 minutos de Pedra Azul, é a peça que falta para conectar economia, turismo, mobilidade e segurança. Um projeto aguardado há 10 anos e que não pode mais ficar só no papel.

Com investimento previsto de R$ 75 milhões, o aeroporto terá uma pista de 1.200 metros, adequada para aeronaves de pequeno e médio porte. A obra tem potencial de transformar a mobilidade no interior capixaba, facilitando o deslocamento de turistas, empresários e investidores.

Para quem visita Pedra Azul, o aeroporto representa a possibilidade de chegar com mais rapidez e conforto, ampliando a competitividade do turismo serrano e fortalecendo a cadeia produtiva ligada à hotelaria, gastronomia e serviços. Um investimento com potencial para alavancar o turismo e o agronegócio, colocando nossas belezas na rota do turismo nacional e trazendo mais oportunidades a pequenos produtores, maior geração de renda e um campo fortalecido.

A importância do aeroporto do Caxixe e do Parklog é outro ponto decisivo. Enquanto o parque logístico organiza e amplia a capacidade de armazenagem e distribuição do Estado, o aeroporto cria novos canais de circulação de pessoas e amplia a dinâmica econômica da região. Essa integração dá ao Estado uma posição de destaque no cenário nacional, combinando portos, rodovias, ferrovias e aeroportos em um sistema logístico forte, capaz de atrair investimentos e gerar empregos.

O Espírito Santo chegou à liderança nacional no setor de serviços, impulsionado pelo turismo, e esse potencial é muito maior. O Aeroporto Regional das Montanhas Capixabas é, portanto, um símbolo do futuro que precisa se materializar. Ele representa a interiorização do desenvolvimento, a valorização do turismo sustentável, o fortalecimento do agronegócio e a integração de uma região inteira ao dinamismo econômico do Estado. E – por que não? – representa também mais segurança, já que não temos equipamento dessa natureza na região.

Para que o aeroporto finalmente se torne realidade, é indispensável que empresários, associações de classe, lideranças políticas, instituições acadêmicas e, sobretudo, a sociedade civil assumam sua defesa. Se queremos transformar o turismo em vetor ainda mais forte da economia capixaba, não podemos aceitar que um projeto tão estratégico continue sendo adiado.

Quando o primeiro avião pousar no Caxixe, será a confirmação de que as Montanhas Capixabas se tornaram, definitivamente, parte de um projeto maior: o de um Estado moderno, competitivo e preparado para ser referência – e exemplo – também no turismo. O momento é agora.

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