Pelo fim do jejum
Comentários sobre o futebol, os clubes e os craques do esporte mais popular do planeta
Gilmar Ferreira
Gilmar Ferreira é jornalista esportivo com passagem por veículos como O Dia, Jornal do Brasil, Lance! e Extra. Reconhecido por sua apuração e análises sobre futebol, foi também comentarista da Rádio Globo. Atualmente, é colunista do jornal Tribuna e do Tribuna Online, onde escreve sobre clubes, bastidores e o cenário do futebol brasileiro.
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Mais do que superar o quarteto ofensivo Sorloth (Atlético de Madrid), Odegaard (Arsenal), Nusa (Leipizig) e Haaland (Manchester City), a seleção brasileira vive a expectativa de, neste domingo, diante do conjunto norueguês, pôr fim ao trauma de há 24 anos não vencer um adversário europeu em jogos de “mata-mata” da Copa do Mundo.
A última foi nos 2 a 0 sobre a Alemanha, em 2002, na final que valeu o pentacampeonato, no Japão. Desde lá, foi eliminada pela França (1 a 0), em 2006, na Alemanha; pela Holanda (2 a 1), em 2010, na África do Sul; pela Alemanha (7 a 1), em 2014, no Brasil; pela Bélgica (2 a 1), em 2018, na Rússia; e também pela Croácia (1 a 1 - 4 a 2 nos pênaltis), em 2022, no Catar.
O tema é proibido na delegação. Mas é visto como divisor de águas na caminhada rumo ao hexa. Em tese, foi para isso que a CBF investiu pesado em um treinador italiano, cinco vezes campeão da Champions League, com 18 conquistas de competições eliminatórias no currículo. Vencer no domingo não significa só seguir no torneio, mas exorcizar o fantasma.
No computo geral, foram quatro derrotas e um empate nas últimas cinco Copas, com 13 gols contra e quatro a favor. Quase todas, com exceção da goleada alemã em 2014, em consequência de lapsos de marcação injustificáveis. O que hoje justifica os cuidados defensivos de Carlo Ancelotti, a cada dia mais fechado em suas convicções.
Para este jogo, em especial, ele sabe o quanto é espinhosa a missão de neutralizar o jogo em torno de Erling Haalang. Em oito confrontos, foram duas vitórias para cada um e quatro empates. Quando ele era técnico do Real Madri, enfrentou o atacante no City quatro vezes, entre 2023 e 25: três empates e uma vitória para cada. E em 2019, com Ancelotti à frente do Nápoli e Haaland no Red Bull Salzburgo, houve também uma vitória para cada lado e um empate.
O quinto
Desgovernado, politicamente rachado, e atolado em mais uma crise institucional, o Vasco terá seu quinto técnico desde que o presidente Pedro Paulo assumiu a gestão da SAF do clube em maio de 2024.
Incoerência para quem defendia escolhas baseadas em convicções metodológicas e pregava por continuidade.
O nome da vez é Fernando Seabra, paulista, de 49, que tem ideias de trabalho mais próximas as de Fernando Diniz do que as de Renato. Perfil mais parecido com o de Rafael Paiva do que de Fernando Carille.
Ou seja, a prova da distância entre o comentarista das narrativas fáceis, e o responsável pela tomada de decisão. Seabra tem fama de bons trabalhos nas divisões de base de clubes como Red Bull Bragantino, Santos, Corinthians, Athletico/PR e Cruzeiro.
O seu Coritiba ocupa hoje a sétima colocação da Série A, com 11 vitórias, nove empates e oito derrotas em 28 jogos.
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