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Gilmar Ferreira

Gilmar Ferreira

Colunista

Fla, dupla ação

| 10/06/2020, 08:27 08:27 h | Atualizado em 10/06/2020, 08:35

A diretoria do Flamengo trabalha para encaminhar o mais rápido possível o formato de exploração comercial de sua camisa. Como a gente já disse por aqui, a negociação com a Amazon, gigante norte-americana de tecnologia e comunicação, precipitou o fim da relação com o Banco BS2 que deveria ir até o final do ano. Pior: com a pandemia, os negócios no Brasil da empresa do bilionário Jeff Bezos ganharam fôlego espontâneo e seus executivos rediscutiram o modelo da parceria.

Isso não estava nos planos, mas a equipe capitaneada pelo vice de marketing Gustavo Oliveira agiu rápido. Hoje guarda sob sete chaves o modelo que abriria espaços para a Órama Investimentos dividir com a Amazon os principais espaços do chamado “manto rubro-negro”.

Valores

Os valores especulados extraoficialmente superariam os R$ 50 milhões anuais, fora bônus por metas alcançadas, informação que o clube não confirma.

A ordem do presidente Rodolfo Landim e de seu vice-presidente de relações externas, Luiz Eduardo Baptista, o BAP, é manter o tema em sigilo até que seja encaminhado para votação no Conselho Deliberativo.

Interesse
Existe interesse de uma terceira empresa em estar no uniforme, mas a tendência é que o modelo a ser apreciado pelos conselheiros fique em mesmo em torno das duas marcas.
E com a Órama, num primeiro momento, ocupando a parte frontal da camisa e não a Amazon, como inicialmente programado.

Multa

Mais ainda: segundo fontes envolvidas indiretamente com o negócio, o grupo financeiro criado em 2011, com perfil voltado para a popularização dos fundos de investimentos, teria interesse em pagar a multa contratual dos demais patrocinadores que hoje estampam suas marcas na camisa do Flamengo.

Sendo assim, com o tempo, o uniforme do time de Jorge Jesus teria apenas a Órama e a Amazon.
Vejamos.

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