Ministro da Saúde participa no Estado de simulação de acidente
Profissionais de saúde vão atuar no atendimento de incidentes com múltiplas vítimas
Profissionais de saúde do Estado participaram, nesta quinta-feira (11), de uma atividade simulada de incidente com múltiplas vítimas, em uma capacitação promovida pela Força Nacional do Sistema Único de Saúde. No Pavilhão de Carapina foi montada uma estrutura que simulou um desastre com grande número de feridos, mobilizando equipes de saúde, segurança e bombeiros, dentre outros.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, esteve no Pavilhão de Carapina e acompanhou de perto o lançamento deste treinamento, que está sendo realizado pela primeira vez no Brasil. Espírito Santo e Amazonas irão receber este treinamento, até o dia 27 de novembro, por conta da grande incidência de chuvas e enchentes nas regiões.
Segundo o Ministério, o objetivo deste treinamento é capacitar as equipes para atendimento a situações de incidentes com múltiplas vítimas. Dentre estes incidentes estão colisões, catástrofes, incêndios e desastres naturais, dentre outros.
Além do atendimento de emergência, o treinamento contempla a remoção e transferência destas vítimas. Nesta primeira atividade, 267 profissionais de saúde do Estado participaram do treinamento.
"A Força Nacional do SUS tem uma característica muito clara de coordenação e apoio aos estados e municípios no controle dos cenários críticos de grandes proporções e organização da rede de saúde. Um treinamento como este aproxima as equipes envolvidas e o resultado é sentido pelo cidadão na hora que ele mais precisa", explicou a diretora do Ministério da Saúde, Adriana Teixeira.
O secretário de Estado da Saúde, Nésio Fernandes, afirmou que este é um ponto inicial para criar no país um sistema nacional de respostas a desastres.
"Em médio prazo poderemos criar aqui no Estado uma instância estadual que permita criar um sistema nacional para repostas a estes desastres, como inundações, acidente com plataforma petrolífera, desastres com transportes públicos ou trens, e que este sistema tenha capacidade de resposta rápida para o que é fundamental que é salvar vidas. O patrimônio se recupera depois", afirmou.
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