Menino baleado em escola no ES deixa hospital e é recebido com abraços em casa
O incidente aconteceu na última terça-feira (11), em uma Unidade Municipal de Ensino Fundamental (Umef), da capital Vitória
O menino Lucas, de apenas 10 anos, que foi atingido por uma bala perdida enquanto jogava bola na quadra da escola, recebeu alta do hospital após 10 dias internado. O incidente aconteceu na última terça-feira (11), em uma Unidade Municipal de Ensino Fundamental (Umef), da capital Vitória.
Durante a chegada do menino em casa, amigos, vizinhos e familiares ajoelharam e agradeceram a recuperação completa do jovem. Ao ser recepcionado por todos, o garoto abraçou a mãe e a avó assim que saiu do carro.
Em entrevista exclusiva à reportagem da TV Tribuna/SBT, o confeiteiro Ronilton, pai da criança, revelou que agora a sensação é de alívio.
"Depois de tudo que ele passou, desde que deu entrada no hospital. Ver meu filho dentro de casa é um alívio. Ele é a alegria dessa casa. Agora o choro é de alegria. Quando ele estava na UTI, eu olhava e via meu filho naquela situação... teve um momento em que pensei que ia perder ele, mas nunca deixei de ter fé", afirmou emocionado.
Uma das cenas mais emocionantes, segundo a repórter da TV Tribuna/SBT Manoela Machado, foi assistir o primo do jovem correndo atrás do carro assim que reconheceu quem estava chegando em casa.
"Quando eu vi o carro preto e vi que era ele, eu corri. Agora vou brincar muito com ele. Tô feliz. Deu saudade e agora é só alegria", disse o primo Davi, já brincando ao lado de Lucas com as figurinhas da Copa.
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Relembre o caso
De acordo com o pai da criança, ele estava no trabalho quando recebeu uma ligação da esposa dizendo que o filho havia caído na escola. Ao chegar na unidade de ensino, ele encontrou o menino todo ensanguentado.
No entanto, Ronilton só descobriu que o filho tinha sido baleado, no Hospital Infantil de Vitória, onde ele passou por uma cirurgia.
De acordo com a Prefeitura de Vitória, nenhum disparo de arma de fogo foi ouvido ou relatado no momento em que a criança foi atingida.
A Polícia Civil segue investigando o caso.
Para Ronilton, o que falta é a resposta do que pode ter acontecido. "É uma pergunta que todos têm. Os pais querem uma solução mais rápida dos órgãos públicos. Para os pais ficarem tranquilos de colocarem os filhos na escola e saberem que eles estão seguro. É preciso ter segurança dentro das escolas", ressaltou ele.
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